Domingo, 27 de Junho de 2010

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Publicado por CJ às 06:30
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Conferência: Fórmula compromissos para o futuro

O que foi a CONFINT 2010? Pouco se falou sobre, mas segue abaixo um breve relato de vivência.

"Ele nunca viajara de avião. Nem saíra do país. Nascido em Calicut - a lendária cidade da Índia descrita por Marco Polo em 1320, onde o navegador Vasco da Gama aportou em 1498 -, Akash Swaminthan, de apenas 13 anos, teve de viajar três dias num trem para chegar à capital, Nova Delhi, e se unir a mais sete jovens indianos, que também voariam 36 horas em direção ao Brasil.

Akash foi autor de um projeto de proteção dos mangues em sua região, famosa pela religiosidade e a qualidade das escolas. Numa conferência de alunos em Nova Delhi, foi eleito membro da delegação de indianos com 12 a 15 anos de idade que viria à Conferencia Internacional Infanto Juvenil Vamos Cuidar do Planeta (Confint 2010), realizada em Luiziânia (GO), de 5 a 10 de junho. "Tenho planos para reflorestar áreas públicas na Índia", contou antes de voltar ao seu país após trocar experiências com cinco centenas de adolescentes de 48 países.

Decorrência de um ciclo de conferências, que desde 2003 envolveu 20 mil escolas no Brasil, a Confint foi além do mero debate sobre mudanças ambientais globais, afirma a brasileira Rachel Trajber, coordenadora geral do evento e da área de educação ambiental no ministério de Educação do Brasil. "Em vez de exigir direitos e deveres, os jovens escreveram uma carta de responsabilidades, onde assumem o compromisso de agir em suas comunidades e divulgar as propostas para governos locais e nacionais."

"Se não for agora, então quando? Se não formos nós, então quem?", questiona a carta, que relaciona dezenas de ações práticas, tais como buscar o apoio, inclusive de empresas, para deter a poluição, e boicotar produtos prejudiciais ao ambiente. "Cuidando de nós estaremos cuidando toda a humanidade e provando que o ser humano não é o que diz e sim o que faz", reforça o documento, que foi complementado por uma Carta Musical, construída coletivamente, com músicas trazidas pelos jovens.

O evento, inédito, começou a ganhar corpo em 2006, quando representantes da fundação suíça Charles Léopold Mayer assistiram o processo brasileiro, conta Rachel. Do entusiasmo veio a parceria. Em 2009, representantes de mais de 50 países, que vieram à 3ª conferência brasileira, aderiram à metodologia, que começa com conferências nas escolas, segue por eventos regionais e nacionais e, neste caso, culminou com a eleição da delegação para o Brasil, de pelo menos três adolescentes, um jovem facilitador e um adulto acompanhante.

"Criamos uma comunidade de aprendizagem", resume Rachel, ao explicar que os debates foram entremeados com oficinas, passeios e eventos culturais, como o Festival da Diversidade, em que, por duas noites, os jovens subiram ao palco para mostrar aos demais danças, cantos e tradições de seus países. "Em Singapura, temos uma visão muito técnica da questão ambiental. Aprendemos, com as danças e músicas, que isso também pode melhorar o meio ambiente", concluiu Jun Yan, 15 anos.

"Desde 2003 vou às conferências. Vi que, de novo, prevaleceu a metodologia de que o jovem educa jovem e uma geração aprende com a outra", elogia o geógrafo maranhense Fernando dos Santos Rodrigues, 25 anos, que chegou uma semana antes para o treinamento, por ser facilitador da Confint.

"Cheguei com ganas de mudar o mundo. Aprendi a focalizar essa motivação", confirma o uruguaio e também facilitador Martin Chamorro, 18 anos, que orientou a oficina de Agroflorestas. No retorno ao Uruguai, pretende disseminar a carta, inicialmente em seu trabalho como monitor do Museu de História Natural de Montevidéu.

"Fiz um diário, aqui no Brasil, para escrever um livro sobre a conferência, contou Iseel Reyes de Jesus, 13 anos, da República Dominicana. Autor de um criativo livro sobre lixo, que escreveu e ilustrou em apenas dois dias, ele diz torcer para, com suas histórias, influenciar seu país."

* Por Silvia Czapski, para o Valor, Luiziânia - GO em 17/06/2010.

Publicado por CJ às 19:49
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

SEMAM lança Rede de Permacultura da Paraíba

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) lançou, dia 08 de maio, a Rede de Permacultura da Paraíba. Segundo a Secretária de Meio Ambiente, Ligia Tavares, a iniciativa propõe uma nova linha de atuação da prefeitura por meio da capacitação ecopedagógica de estudantes e técnicos da área, o objetivo da Rede é fomentar uma cultura popular de sustentabilidade por meio de técnicas permaculturais. Pensando nisso, a Secretaria está promovendo o 1º PDC (curso de desing em permacultura) popular e gratuito do nosso Estado.

Fonte: www.cojemapb.com

Publicado por CJ às 18:43
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

Campanha contra desmatamento é lançada em João Pessoa

A Campanha "São João Sem Desmatamento" será realizada através de ações conjuntas entre a Secretaria do Meio Ambiente (Semam), Orçamento Democrático (OD), Autarquia Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb).

De acordo com a secretária do Meio Ambiente, Lígia Tavares, o objetivo da campanha é chamar a atenção da população para a legislação ambiental e para o fato de que fazer fogueira é permitido, desde que seja usada a madeira fruto da poda de árvores. A Campanha "São João Sem Desmatamento" vai doar a madeira da poda de árvores realizada na cidade para as associações de moradores que, por sua vez, farão a distribuição dentro de suas comunidades.

A intenção é evitar que as pessoas comprem madeira ilegal de terceiros, agravando o desmatamento. "A ecologia não entra em choque com a cultura, mas a cultura precisa conhecer e respeitar a legislação ambiental. A fogueira com madeira fruto da poda é permitida e é isso que queremos incentivar com a campanha", disse a secretária. Segundo a Semam, a área que mais sofre com o desmatamento é a Zona Sul da cidade, que compreende os bairros Grotão, Gramame, Colinas do Sul II e Jacarapé, entre outros.

Fonte: http://www.joaopessoa.pb.gov.br

Publicado por CJ às 08:04
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Luís F. R. Abrão

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