Uma vez CJ, sempre CJ
Ou voce esta Caminhando
Ou voce esta Correndo

Por Luís Fernando Ribeiro
A educação ambiental vem sendo agrupada como uma técnica inovadora em diferentes domínios. Neste sentido, sobressai tanto sua internalização, como objeto de políticas públicas de educação e de meio ambiente em âmbito nacional; quanto sua inclusão num âmbito mais capilarizado, como mediação educativa, por um amplo conjunto de práticas de desenvolvimento social.
É um processo participativo, de construção e disseminação de um plano de ação estratégico dirigido aos pontos necessários para o desenvolvimento sustentável em diferentes localidades, indo de um bairro às diversas comunidades (como o que ocorre nos bairros do Cristo e Rangel), de um município até a formação de consórcios, de biomas, até chegar às bacias hidrográficas.
Seu objetivo principal é, portanto, a formulação e a prática de políticas públicas, por meio de metodologia participativa, que produza um plano de ação para o alcance de um cenário de futuro desejável pela comunidade local, que leve em consideração a análise das vulnerabilidades e potencialidades de sua base econômica, social, cultural e ambiental.
Dentro de todas as ações realizadas por professores e alunos presentes nesta Cartilha, podemos falar que tudo está contemplado na Agenda 21, que nada mais é que uma palavra que abre os horizontes da inclusão entre comunidade, governo e entidades que buscam um presente sustentável sem prejudicar o ambiente em que vivemos.
Em um sistema onde predomina a economia capitalista, seja ela tímida ou agressiva, os problemas sociais existentes exigem soluções através, também, de um desenvolvimento sustentável, ou seja, significa dizer que o desenvolvimento não pode danificar o efetivo à sobrevivência do ser humano que necessita de um ambiente benéfico com saneamento, qualidade de ar e de água, que são características sinônimas do que podemos chamar de uma boa qualidade de vida.
A Agenda 21 não tem uma fórmula, uma receita pronta. Ela vai sendo construída à medida que as ações vão sendo adotadas. Além disso, tem enfoques flexíveis e um campo de atuação quase infinito. A proposta de uma Agenda 21, e nesse ponto podemos citar a Agenda 21 Escolar, parte do princípio de elaboração dentro da comodidade e dos moldes de habilidade tanto da escola que a abrigar, como da comunidade à sua volta.
Ao construir a Agenda 21 não podemos, no entanto, mostrá-la como sendo a única alternativa de procedimento disponível, devemos considerar as peculiaridades locais, em cada um dos casos, conforme a participação comunitária indicar, sendo este o principal fundamento da construção das agendas. Assim, os instrumentos institucionais disponíveis e os diversos arranjos concertados entre as autoridades e demais segmentos da sociedade podem vir a resultar numa variedade de alternativas metodológicas, desde que o caráter participativo não seja corrompido.
A gestão apropriada do meio ambiente de cada localidade depende das opções econômicas, tecnológicas, sociais e políticas lá feitas. Se uma comunidade opta por orientar seu futuro de forma sustentável, por meio da construção de sua Agenda 21, mais que privilegiar a si mesma, ela estará possibilitando também a qualidade ambiental de seu município, estado, país e planeta, que nada mais é que o reflexo das escolhas feitas em cada um dos lugares.
Para que esse processo se multiplique, deseja-se que o movimento seja uma união das pequenas ações entre grupos diversificados, visando melhoria social, ambiental e econômica dentro de uma ação de maior alcance e, por isso, de maior potência.
Vale a pena conhecer melhor essa idéia. E, ainda mais, vale a pena juntar-se a ela, como voluntário, como parceiro, como colaborador, lembrando que a soma de muitas forças cria um movimento de grande magnitude e de muita utilidade. Procure uma das unidades de ensino que está presente nesta Cartilha e participe do projeto que está sendo desenvolvido e engaje-se nesta luta. E tenha a certeza que o sucesso e a melhoria da qualidade de vida será comum a todos.
Entre os dias 08 e 12 de dezembro de 2010, ocorreu em Brasília-DF, o V Encontro Nacional de Juventude e Meio Ambiente. O encontro foi realizado pelo Ministério da Educação e teve como característica o diálogo intenso, aprendizagem e produção, resultando em encaminhamentos estruturantes para o futuro das Políticas Públicas de Juventude e Meio Ambiente no Brasil, configurando-se como uma oportunidade de avaliação, proposição e ação estratégica para a continuidade e o fortalecimento das políticas públicas de juventude e meio ambiente ao longo das próximas gestões.
Fonte: www.cojempb.com
A Formação Continuada em Educação Ambiental no estado da Paraíba é uma ação realizada pela COE – Comissão Organizadora Estadual, onde se tem a participação das seguintes entidades: Secretaria de Educação do Estado da Paraíba – SEEC, Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Secretaria de Educação do Município de João Pessoa – SEDEC, Secretaria de Meio Ambiente de Bayeux, Secretaria de Meio Ambiente do Município de João Pessoa – SEMAM e o Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Paraíba – COJEMA-PB. Foram realizadas as Formações nas cidades de Alagoa Grande, entre os dias 19 e 20 de julho. E em Sousa, entre os dias 22 e 23. Contando com a participação de aproximadamente 80 jovens e 80 professores. Dentre os assuntos abordados na formação tiveram mais destaque os temas Agenda 21 e COM-VIDAS, utilizando da metodologia da Oficina de futuro. Para o Coletivo Jovem foi muito importante a ação, principalmente porque serviu de espaço de implementação de COM-VIDAS nas escolas do interior da Paraíba, mas também para uma avaliação das COM-VIDAS já existentes e do processo de conferência nas escolas. O Processo de Formação terá o seu término nos dias 02 e 03, quando se realizará a Formação em João Pessoa.
Fonte: www.cojemapb.com
Acesse
http://www.cojemapb.com
O que foi a CONFINT 2010? Pouco se falou sobre, mas segue abaixo um breve relato de vivência.
"Ele nunca viajara de avião. Nem saíra do país. Nascido em Calicut - a lendária cidade da Índia descrita por Marco Polo em 1320, onde o navegador Vasco da Gama aportou em 1498 -, Akash Swaminthan, de apenas 13 anos, teve de viajar três dias num trem para chegar à capital, Nova Delhi, e se unir a mais sete jovens indianos, que também voariam 36 horas em direção ao Brasil.
Akash foi autor de um projeto de proteção dos mangues em sua região, famosa pela religiosidade e a qualidade das escolas. Numa conferência de alunos em Nova Delhi, foi eleito membro da delegação de indianos com 12 a 15 anos de idade que viria à Conferencia Internacional Infanto Juvenil Vamos Cuidar do Planeta (Confint 2010), realizada em Luiziânia (GO), de 5 a 10 de junho. "Tenho planos para reflorestar áreas públicas na Índia", contou antes de voltar ao seu país após trocar experiências com cinco centenas de adolescentes de 48 países.
Decorrência de um ciclo de conferências, que desde 2003 envolveu 20 mil escolas no Brasil, a Confint foi além do mero debate sobre mudanças ambientais globais, afirma a brasileira Rachel Trajber, coordenadora geral do evento e da área de educação ambiental no ministério de Educação do Brasil. "Em vez de exigir direitos e deveres, os jovens escreveram uma carta de responsabilidades, onde assumem o compromisso de agir em suas comunidades e divulgar as propostas para governos locais e nacionais."
"Se não for agora, então quando? Se não formos nós, então quem?", questiona a carta, que relaciona dezenas de ações práticas, tais como buscar o apoio, inclusive de empresas, para deter a poluição, e boicotar produtos prejudiciais ao ambiente. "Cuidando de nós estaremos cuidando toda a humanidade e provando que o ser humano não é o que diz e sim o que faz", reforça o documento, que foi complementado por uma Carta Musical, construída coletivamente, com músicas trazidas pelos jovens.
O evento, inédito, começou a ganhar corpo em 2006, quando representantes da fundação suíça Charles Léopold Mayer assistiram o processo brasileiro, conta Rachel. Do entusiasmo veio a parceria. Em 2009, representantes de mais de 50 países, que vieram à 3ª conferência brasileira, aderiram à metodologia, que começa com conferências nas escolas, segue por eventos regionais e nacionais e, neste caso, culminou com a eleição da delegação para o Brasil, de pelo menos três adolescentes, um jovem facilitador e um adulto acompanhante.
"Criamos uma comunidade de aprendizagem", resume Rachel, ao explicar que os debates foram entremeados com oficinas, passeios e eventos culturais, como o Festival da Diversidade, em que, por duas noites, os jovens subiram ao palco para mostrar aos demais danças, cantos e tradições de seus países. "Em Singapura, temos uma visão muito técnica da questão ambiental. Aprendemos, com as danças e músicas, que isso também pode melhorar o meio ambiente", concluiu Jun Yan, 15 anos.
"Desde 2003 vou às conferências. Vi que, de novo, prevaleceu a metodologia de que o jovem educa jovem e uma geração aprende com a outra", elogia o geógrafo maranhense Fernando dos Santos Rodrigues, 25 anos, que chegou uma semana antes para o treinamento, por ser facilitador da Confint.
"Cheguei com ganas de mudar o mundo. Aprendi a focalizar essa motivação", confirma o uruguaio e também facilitador Martin Chamorro, 18 anos, que orientou a oficina de Agroflorestas. No retorno ao Uruguai, pretende disseminar a carta, inicialmente em seu trabalho como monitor do Museu de História Natural de Montevidéu.
"Fiz um diário, aqui no Brasil, para escrever um livro sobre a conferência, contou Iseel Reyes de Jesus, 13 anos, da República Dominicana. Autor de um criativo livro sobre lixo, que escreveu e ilustrou em apenas dois dias, ele diz torcer para, com suas histórias, influenciar seu país."
* Por Silvia Czapski, para o Valor, Luiziânia - GO em 17/06/2010.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) lançou, dia 08 de maio, a Rede de Permacultura da Paraíba. Segundo a Secretária de Meio Ambiente, Ligia Tavares, a iniciativa propõe uma nova linha de atuação da prefeitura por meio da capacitação ecopedagógica de estudantes e técnicos da área, o objetivo da Rede é fomentar uma cultura popular de sustentabilidade por meio de técnicas permaculturais. Pensando nisso, a Secretaria está promovendo o 1º PDC (curso de desing em permacultura) popular e gratuito do nosso Estado.
Fonte: www.cojemapb.com
A Campanha "São João Sem Desmatamento" será realizada através de ações conjuntas entre a Secretaria do Meio Ambiente (Semam), Orçamento Democrático (OD), Autarquia Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb).
De acordo com a secretária do Meio Ambiente, Lígia Tavares, o objetivo da campanha é chamar a atenção da população para a legislação ambiental e para o fato de que fazer fogueira é permitido, desde que seja usada a madeira fruto da poda de árvores. A Campanha "São João Sem Desmatamento" vai doar a madeira da poda de árvores realizada na cidade para as associações de moradores que, por sua vez, farão a distribuição dentro de suas comunidades.
A intenção é evitar que as pessoas comprem madeira ilegal de terceiros, agravando o desmatamento. "A ecologia não entra em choque com a cultura, mas a cultura precisa conhecer e respeitar a legislação ambiental. A fogueira com madeira fruto da poda é permitida e é isso que queremos incentivar com a campanha", disse a secretária. Segundo a Semam, a área que mais sofre com o desmatamento é a Zona Sul da cidade, que compreende os bairros Grotão, Gramame, Colinas do Sul II e Jacarapé, entre outros.
Fonte: http://www.joaopessoa.pb.gov.br
O governo brasileiro, por intermédio do Ministério da Educação, está convidando todos os países a participar da Conferência Internacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Planeta, que acontece de 5 a 10 de junho de 2010, em Brasília, e reunirá jovens e adolescentes de 12 a 15 nos para discutirem os problemas socio-ambientais globais, com foco nas mudanças do clima.
A Conferência Internacional emerge da experiência de três Conferências Nacionais - Vamos cuidar do Brasil, entre 2003 e 2009, que envolveram 13 milhões de pessoas, em 20 mil escolas de todo o país.
Os principais objetivos da conferência são possibilitar que crianças e jovens do mundo todo se apropriem localmente de compromissos globais, assumindo responsabilidades para a construção de sociedades sustentáveis, e promover uma rede de cuidados com o planeta.
Atividades lúdicas, oficinas práticas, diálogos interculturais e intergeracionais serão os instrumentos por meio dos quais os cerca de 600 jovens e adolescentes participantes vão elaborar juntos o documento final da conferência - a Carta das Responsabilidades – Vamos cuidar do Planeta, na qual serão assumidas responsabilidades coletivas e ações que devem ser implementadas local e globalmente.
A Conferência Internacional é uma ação de educação ambiental de amplo alcance, já que a fase pré-conferência acontece nas escolas e em nível nacional em todos os países participantes, mobilizando estudantes, professores e as comunidades locais, e inserindo a temática ambiental no sistema formal de ensino.
A Conferência Internacional é um projeto que se insere na Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014) da ONU.
Vídeo da Conferência Internacional.
http://confint2010.mec.gov.br//images/st
Link da Conferêncial Internacional
http://confint2010.mec.gov.br/
Aconteceu no sábado, dia 05 de Dezembro a III Caminhada Ecológica e Campanha “Praia Limpa” promovida pelas Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (COMVIDA) das Escolas Dep José Mariz (Jacumã) e João Vinagre (Conde). O evento teve início as 08:00 horas na Praça do Sol em Tabatinga (Concentração) e na programação tiveram atividades como apresentações culturais e artísticas preparadas pelos estudantes que fazem parte do Projetos de Educação Ambiental da Escola e convidados da comunidade.
Os resultados estão registrados nos seguintes links:
Escola João da Cunha Vinagre
Orkut: joaodacunhavinagre@hotmail.com
Blog da COM-VIDA da escola Deputado José Mariz:
http://comvidaescolajosemariz.blogspot.c
* Fonte: Professor Givaldo Freire, Coordenador das turmas das COM-VIDA nas duas Escolas.
Cientistas investigam origem e evolução do bioma e apontam a importância dos incêndios naturais para a formação desse tipo de savana. A descoberta ajuda a entender por que esse ecossistema é tão rico em biodiversidade. O fogo teve papel importante na formação da flora do cerrado brasileiro. Essa é a conclusão de um estudo publicado esta semana na PNAS por uma equipe internacional de pesquisadores, que conta com a participação de brasileiros da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A pesquisa indica que os incêndios naturais são um dos motivos que fizeram do cerrado a savana tropical com maior biodiversidade do mundo.
Ministério da Saúde (MS) suspendeu em 20/11/2009 o repasse de recursos para 326 municípios referentes aos programas Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde. A interrupção no pagamento se deve a irregularidades no cadastro profissional das equipes responsáveis pelo atendimento à população. Em termos percentuais, significa que 6% dos municípios do país não receberão, este mês, a verba da Atenção Básica referente ao mês de outubro. Ao todo, foram encontradas 2.126 irregularidades no cadastro de equipes de Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde.A sanção valerá até que as irregularidades sejam sanadas. As secretarias municipais têm prazo de até seis meses para regularizar a situação e retomar os benefícios, inclusive de forma retroativa, de modo a não trazer ônus aos municípios. A principal irregularidade detectada no cadastro de profissionais do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) diz respeito à duplicidade de funcionários. Isso porque muitas vezes os profissionais mudam de local de trabalho, mas as secretarias municipais de Saúde não informam o desligamento da tarefa anterior, coincidindo de um servidor aparecer duas vezes no cadastro, o que é proibido pelos programas.
Desta forma, o MS suspende o cadastro mais antigo até que o município faça a atualização do cadastro. Outra irregularidade é referente ao não preenchimento de vagas em aberto por um período de até 90 dias após a saída de um profissional. A região Nordeste apresentou o maior número de irregularidades no cadastro dos profissionais; são 128 cidades com alguma anormalidade. A região Sudeste aparece em segundo lugar, com 94 municípios. O Sul, por sua vez, tem 49 cidades nesta circunstância, seguido pelo Norte com 38 cidades com erros cadastrais e a região Centro Oeste, com apenas 17.
Já em relação aos estados que apresentaram o maior número de funcionários em situação irregular destacam-se Minas Gerais (56), Bahia (47), Paraná (21), São Paulo (21), Pará (18), Santa Catarina (18), Pernambuco (17), Paraíba (16), Maranhão (14) e Rio Grande do Norte (11).
A suspensão da verba destinada aos municípios é feita mensalmente. Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, o objetivo é manter a ordem no sistema e assegurar transparência nos repasses de recursos para a Atenção Básica nos municípios. Ainda de acordo com a assessoria do órgão, na maioria das vezes, os municípios regularizam rapidamente a situação.
O bloqueio dos repasses foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (sexta-feira), com os nomes dos municípios e o número de equipes com cadastro irregular e, conforme a portaria, passou a vigorar na data de sua publicação.
A III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, realizada no Centro Nacional de Treinamento da Industri (CNTI), em Luziânia - GO, foi uma oportunidade única e inexplicável, que jamais esquecerei, pois tivemos palestras, rodas de discussões e plenárias de debates sobre os problemas que nosso planeta está enfrentando.
Após a Conferência Nacional, participei de uma Gincana com o tema “LIXO”, realizada no município de Guarabira – PB, vizinho a Pirpirituba, onde participaram 10 escolas Municipais e Estaduais, cujo objetivo, foi conscientizar as pessoas a praticar os “3 R” (reciclar, reutilizar e reaproveitar).
Diante de tudo isso, pretendemos realizar na escola onde estudo, a confecção de uma cartilha que alerte as pessoas e os agricultores sobre os problemas que o fogo está causando no Meio Ambiente.
Deste modo, “todos nós, que participamos da mobilização para a Conferência Nacional de Meio Ambiente, estamos tentando de alguma forma, contribuir para preservação do nosso Meio Ambiente. Junte-se a nós, você aluno, professor, diretor, pais e façam com que essa delegação se amplie, pois só assim teremos um futuro saudável e também um mundo melhor”.
Paloma Raquel
EEEFM Augusto de Almeida Pirpirituba - Paraiba
A Prefeitura de João Pessoa (PMJP) realiza a Semana do Meio Ambiente, entre os dias 01 e 05 de junho, tendo como palco de abertura o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), onde será assinado um documento que precede o início das obras de requalificação do Parque.
Com quase 25 hectares de área verde no centro urbano da Capital, a Bica deve passar por uma ampla reforma, obedecendo ao projeto que foi escolhido por ocasião do Concurso Nacional de Requalificação do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, realizado em 2007. A Semana do Meio Ambiente de João Pessoa esta sendo promovida pelas Secretarias de Meio Ambiente (Semam) e de Educação e Cultura (Sedec), além da Autarquia Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).
O evento continua na quarta-feira (03), com uma programa dedicado aos professores, diretores e técnicos da rede municipal de ensino, com a exposição de vídeos de curta metragem com temática ambiental e palestra sobre educação ambiental, no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria. À tarde, a programação é destinada aos funcionários públicos do Município que, no auditório do CAM, vão conhecer a A3P (Agenda Ambiental na Administração Pública), uma iniciativa que faz parte da política nacional de meio ambiente do Governo Federal, através do Ministério do Meio Ambiente.
De quarta a sexta-feira, a programação contempla alunos do ensino fundamental de escolas públicas e privadas que poderão visitar uma exposição na Sala de Multiuso, da Estação Ciência Cabo Branco.
O encerramento da Semana do Meio Ambiente será no turno da tarde que começa às 15h, no auditório da Estação Cabo Branco, com a palestra 'Falésia do Cabo Branco', ministrada pelo geógrafo e professor Euzivan Lemos. Logo após os debates sobre o tema, será servido um lanche preparado pelo setor de nutrição da Emlur e haverá apresentações musicais e teatrais, com os grupos Baticumlata e Clorofila, respectivamente.
http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/
Um belo video publicado no Youtube pelo Lucas Sakamoto, membro do CJ-CE e da REJUMA, que merece os parabens.
Muitas recordações e saudades de toda essa galera...
Para ver o video, acesse:
Aconteceu no mês de abril o "SEMINÁRIO 10 ANOS DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - PNEA" em todas as Capitais das UFs..
A Política Nacional de Educação Ambiental envolve em sua esfera de ação, além dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, instituições educacionais públicas e privadas dos sistemas de ensino, os órgãos públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e organizações não-governamentais com atuação em educação ambiental.
O evento terá três dias de duração e ocorrerá em duas etapas: (Dias 27 e 28 de Abril) Será a etapa nacional que acontecerá em Brasília e será transmitida ao vivo em videoconferência para as Assembléias Legislativas por meio do Sistema Interlegis, além da transmissão pela internet; e outra (Dia 29 de Abril) que ocorrerá nas Assembléias Legislativas (ou outro local) organizada pela CIEA e Redes de EA de cada unidade federativa.
Mais informações, acesse:
http://10anospnea.wordpress.com/
ou
http://10anospnea.wordpress.com/programa
Para maiores informações sobre o PNEA, acesse:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEI
ou
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/dec
Para ter acesso ao terceiro arquivo do PRONEA, acesse:
http://www.mma.gov.br/estruturas/educamb/_
Em meio à miscelânea dos sotaques de 26 estados e o Distrito Federal, 81 jovens constroem propostas para a facilitação das atividades da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente - CNIJMA. Estes fazem parte dos Coletivos Jovem de Meio Ambiente, CJ, de cada unidade federativa. Eles fazem parte de um movimento articulado com governo federal, governo dos estados e entidades do terceiro setor e construíram conferências em mais de 11 mil escolas de todo o nosso Brasil.
A partir desses encontros se levantou propostas chamadas de responsabilidades, que num processo democrático, foram selecionadas de acordo com vagas para cada estado, as quais estarão sendo representadas por delegados, alunos vindos das escolas selecionadas.
Para receber estes representantes que trazem na bagagem, além das responsabilidades, as aspirações da juventude brasileira, os integrantes dos CJ´s dedicam-se à formação desde o dia 29 de março. As atividades a serem praticadas levam em consideração um dos mais importantes princípios defendidos pelos CJ´s, o de Jovem educa Jovem.
Ao chegarem na Conferência, os delegados participarão de atividades e oficinas ministradas pelos jovens dos Coletivos, dentre estas ações destacamos a produção de fanzines, vídeos, produtos de publicidade, trilha da vida, teatração, rádio e comunidade virtual. Os produtos destas darão origem a carta de responsabilidades da Conferência, contendo os anseios desse segmento da população.
Para Fábio Luís, representante do CJ Acre, ser facilitador da III CNIJMA, "é poder contribuir para a construção de uma sociedade justa, igualitária e feliz". Ricardo Mendes do CJ do Rio de Janeiro destaca: "Estamos fazendo tudo isso, pois sabemos que os jovens delegados de hoje irão ser os educadores de amanhã, levando em conta nosso lema uma geração aprende com a outra", concluiu o educador.
E assim, a Conferência se aproxima do seu início previsto para 03 de Abril. Enquanto isso, os jovens delegados se preparam em seus estados para apresentarem suas responsabilidades sócio-ambientais e em Luziânia-GO os jovens dos Coletivos se organizam para recebê-los com muita alegria, fervor e vontade de cuidar do Brasil.

No período de 03 de abril a 08 de abril, em que ocorre a III Conferencia Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, Cabo Verde, país interessado em aderir à Conferência Internacional, encaminhou dois participantes para representarem o Pais, a saber, o Sr. Emilio Fernandes e a Sra. Dúnia Pereira, representante da Federação Caboverdiana da Juventude.
O Encontro de Observadores Internacionais da III Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente recebe representantes de Ministérios de Educação de diversos países, de Secretarias de Juventude e pessoas atuantes da Sociedade Civil, com ênfase em movimentos e redes de Juventude.
Estes poderão vivenciar a III Conferência Nacional brasileira, tanto no que se refere ao processo geral, como em relação à metodologia utilizada. Além desses momentos de observação, os participantes tem momentos de formação e trabalho em grupos visando a preparação da organização das conferências nos próprios países.
Para saber mais sobre Cabo Verde, acesse: http://www.embcv.org.br/portal/modules/n
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COMISSÃO ORGANIZADORA ESTADUAL – COE - PB
ESCOLAS, CIDADE E DELEGADOS/DELEGADAS DA III CNIJMA
EEEF Isabel Maria das Neves - João Pessoa – Iara Fernanda da Silva
EMEF Virgínius da Gama e Melo - João Pessoa - Kathykally Felix da Silva
EMEIEF Deputado José Mariz - Conde - Claudiene Martins Batista
EMEF Luiz Ribeiro Inácio Coutinho – Sapé - Alane Maria Silva de Lima
EEEFM Augusto de Almeida – Pirpirituba - Paloma Raquel Araújo Gomes
EMEF Joao Alves de Carvalho - Caicara - Francikelly Carneiro da Silva
EEEFM Hortêncio de Sousa Ribeiro - Campina Grande - Adrine Louise Lima
EMEF Manoel da C. Cirne - Campina Grande - Fabiana dos Santos Araújo
Grupo Escolar Sebastião Taveira Macedo – Fagundes - Thalis Leandro Bezerra de Lima
EMEF Antônio Trovão de Melo – Caturité - Cláudia da Silva Gouveia
EEEF José Rolderick de Oliveira - Nova Floresta - Julio Vitor dos Santos
EMEF Tertuliano Pereira de Araújo – Picui - Izabel da Silva Rodrigues
EEEFM Professor José Gonçalves Queiroz – Sumé - Jefferson R. de Lima Amorim
EEEFM Mário Oliveira Chaves - São João do Tigre - Águeda Maraise Batista Reinaldo
EMEIF Ana Brito Figueiredo - Santa Luzia - Mayara Medeiros Vicente
EEEF Carlos Luiz de Araújo – Coremas - Ricardo Andrade da Silva
EMEIF Dr. Jarques Lúcio da Silva - São Bento - Laertty G. Sousa Cabral
EMEIF Plácido Francisco Saraiva Leão - São José Brejo do Cruz - Jose Hericles Saraiva da Silva
EMEF Galdino Antônio da Silva – Carrapateira - César de França Batista
EPEF Professora Anízia Gomes de Araújo – Paulista - João Vitor S. B. de Almeida
EEEFM América Florentino – Juru - Julio César Barbosa Alves
EMEIF Maria Rosa da Conceição – Tavares - Maria Raiane Alexandre da Silva
Ações Afirmativas
EEEIF Índio Pedro Máximo de Lima – Marcação - Maria das Neves Leandro da Silva
EMEF Antônio Raimundo dos Santos – Conde - Lucas dos Santos Silvério
EEEIFM Prof. Josefa Justino Gomes - Serra Grande - Liane Oliveira dos Santos
Em 16/03/2009
Estudantes se reúnem em Brasília para discutir as mudanças ambientais que ocorrem no planeta.
Assim começa a matéria publicada na revista Ciência Hoje.
Viajar para a capital do país, levantar uma bandeira pela preservação do planeta e usar a educação para enfrentar a atual crise ambiental é um programa que está na agenda de centenas de adolescentes de todo o Brasil. Em abril, meninos e meninas, representantes dos estados brasileiros e do Distrito Federal, participam da terceira Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA).
Esse evento, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, é um grande encontro, que irá reunir 660 adolescentes, mais de cem educadores e até dezenas de observadores vindos de outros países. A ideia é que os jovens discutam as mudanças ambientais que têm ocorrido no planeta.
A proposta de fazer um evento desse tipo surgiu há cerca de seis anos com a senadora Marina Silva, na época, ministra do Meio Ambiente. “Já havia uma Conferência Nacional pelo Meio Ambiente destinada a adultos. Inspirada por sua filha, que tinha 13 anos na ocasião, Marina Silva teve a ideia de propor um encontro só para jovens entre 11 e 14 anos”, conta Rachel Trajber, coordenadora de educação ambiental da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, que coordena a CNIJMA desde a sua primeira edição, realizada em 2003.
Compromisso de todos
A segunda Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente aconteceu em 2005/2006 e, como a primeira, reuniu, na capital do país, adolescentes e jovens que representavam milhares de escolas de todo o Brasil.
O resultado desse encontro foi um compromisso com o presente e o futuro do planeta: a Carta das Responsabilidades. Nesse documento, meninos e meninas fixaram metas, como proteger e recuperar áreas degradadas nas regiões em que vivem, realizar palestras, campanhas e pesquisas para divulgar informações a respeito do meio ambiente e diminuir a produção de lixo.
“Cabe aos jovens promover ações junto à escola e à sua comunidade que visem ao bem-estar do planeta”, conta Rachel Trajber. “Essas responsabilidades serão assumidas novamente no terceiro encontro, marcado para abril de 2009”.
Para este evento, que acontece de três a oito de abril de 2009, está prevista a realização de oficinas e debates, além da elaboração de uma nova versão da Carta das Responsabilidades, que será entregue ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e aos ministros da Educação e do Meio Ambiente.
Em ação
Mas a terceira edição da CNIJMA representa também o momento de colocar em ação as propostas elaboradas nas conferências de meio ambiente que foram realizadas em milhares de escolas do país, assim como nas conferências estaduais que ocorreram ao longo de 2008 e 2009. “Sonho em ver cada escola envolvida, com ideias que englobem várias disciplinas e a participação da sociedade”, conta Rachel Trajber.
Para fazer desse sonho realidade, a Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, desde a sua primeira edição, propõe a formação da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida, a COM-VIDA, nas escolas. Trata-se de um espaço para debate e promoção de ações socioambientais: um convite para que todos participem da luta por escolas que usem os recursos naturais de maneira sustentável. Na COM-VIDA nascem propostas transformadoras, que podem ser postas em prática pela sociedade, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida em cada bairro, município ou estado.
Mais escolas em 2009
Em 2009, a Conferência Nacional Infanto-Juvenil do Meio Ambiente quer fortalecer a educação ambiental nas escolas. Para isso, é preciso obter a maior participação possível das instituições de ensino nas discussões sobre o Brasil e o meio ambiente. Então, que tal levar a idéia da COM-VIDA para o seu colégio? Acessando www.mec.gov.br/conferenciainfanto2008, o seu professor pode descobrir como a sua escola pode fazer parte dessa iniciativa e, assim, também levantar uma bandeira em favor do meio ambiente!
Por Cathia Abreu
Ciência Hoje das Crianças
Segundo Larissa Ramos, o Coletivo Jovem da Paraíba está contando os dias para um dos eventos mais esperados, a III CNIJMA, que é a concretização de uma caminhada de esforço, dedicação e muito aprendizado e mais uma vez, a Conferência torna-se uma âncora para o Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente da Paraíba – COJEMA – PB ou simplesmente CJ, ter acesso as Escolas e as Comunidades.
No dia 08 de março, Dia Internacional da mulher, momento não esquecido pelo CJ, a praia de Cabo Branco, ao som do mar, com muita sombra e água fresca, foi cenário para mais uma de nossas reuniões mensais, que teve como pauta: A III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente e o Desenvolvimento de Nossos Projetos.
Na reunião, discutimos quais os passos que devem ser dados até a data da Conferência, fazendo um check list e através dos contatos feitos no período da Conferência, alguns projetos estão em fase de estruturação/implementação, como exemplo o projeto que será desenvolvido na Cidade de Conde – PB.
Durante a realização do referido Projeto, aproveitaremos para desenvolver atividades em Municípios próximos ao de Conde – PB e da grande João Pessoa – PB, que englobam a região litorânea sul da Paraíba, onde estão localizadas belíssimas praias ameaçadas pelo acelerado processo do turismo desorganizado.
Junto com os jovens do município do Conde e o apoio do educador Givaldo Freire, Diretor Escolar no Município de Conde - PB, esperamos mobilizar a comunidade e fortalecer na região o grupo de jovens que está sendo criado, que em breve será mais um núcleo do CJ.
É isso ai, os espaços estão sendo criados e o Coletivo Jovem, como sempre, avançando!
COJEMA - PB
Coletivo Jovem Pelo Meio Ambiente da Paraíba
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Indigena
EEEIF Índio Pedro Máximo de Lima - Marcação
Quilombola
EMEF Antônio Raimundo dos Santos - Conde
Assentamento / Rural
EEEIFM Prof. Josefa Justino Gomes - Serra Grande
1º Região
EEEF Isabel Maria das Neves – João Pessoa
Escola Fundação Bradesco – João Pessoa
EMEF Virgínius da Gama e Melo – João Pessoa
EMEF Luiz Ribeiro Inácio Coutinho - Sapé
EMEIEF Deputado José Mariz - Conde
2º Região
EEEFM Augusto de Almeida - Pirpirituba
3º Região
EMEF Manoel da C. Cirne – Campina Grande
EEEFM Hortencio de Sousa Ribeiro - Campina Grande
Grupo Escolar Sebastião Taveira Macedo - Fagundes
EMEF Antonio Trovão de Melo - Caturité
4º Região
EEEF José Rolderick de Oliveira – Nova Floresta
EMEF Tertuliano Pereira de Araújo – Picuí
5º Região
EEEFM Professor José Gonçalves de Queiroz - Sumé
EEEFM Mário Oliveira Chaves – São João do Tigre
6º Região
EMEIF Ana Brito Figueiredo – Santa Luzia
7º Região
EEEF Carlos Luiz de Araújo - Coremas
8º Região
EMEIF Dr. Jarques Lúcio da Silva – São Bento
EMEIM Plácido Francisco Saraiva Leão – São José do Brejo do Cruz
9º Região
EMEF Galdino Antônio da Silva - Carrapateira
10º Região
E.P.E.F. Profª. Anízia Gomes de Araújo - Paulista
11º Região
EEEFM América Florentino – Juru
EMEIF Maria Rosa da Conceicao - Tavares
Para conhecimento de todos, as atividades desenvolvidas para fomento da Conferencia no estado do Rio Grande do Sul estao no link abaixo.

Este material foi enviado pela Marjorie Neves, Facilitadora do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Pará, telefone (91) 8191-1022.
Esse vídeo é uma pequena mostra do que acontece no Estado do Pará assim como uma simples homenagem a todos os jovens do Estado do Pará que estiveram presentes nos momentos de luta pela coletividade a partir do "Programa Vamos Cuidar do Brasil" começando pelo Pará. Membros do Coletivo Jovem de Meio Ambiente, membros das Com-Vidas de diversas escolas, participantes das oficinas preparatórias e conferências de meio ambiente nas escolas, nos municípios e das 12 regiões do nosso imenso Estado Nortista. Cj´s, Alunos, professores, familiares. Todos estão de parabéns pelos trabalhos apresentados e pela vontade de fazer a diferença.
Acessem, pois vale a pena...
Link do vídeo: http://br.youtube.com/watch?v=WJPJPaBcDo
Mal começaram a sentir algum alívio com a diminuição do número de casos de bares, restaurantes e casas noturnas que infringem a Lei do Silêncio - como conseqüência do aperto da fiscalização e do peso das multas -, e os paulistanos já estão às voltas com uma nova fonte de poluição sonora tão ou mais grave que perturba seu merecido sossego: obras executadas durante a noite e a madrugada. O som alto das discotecas, a algazarra dos boêmios e o barulho dos carros cantando pneus perto daqueles estabelecimentos não foram de todo eliminados, mas cada vez mais são suplantados pelos ruídos ensurdecedores das britadeiras e dos caminhões-betoneira, sem falar na gritaria dos operários. As estatísticas do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) mostram que, em relação ao ano passado, cresceu 84% a média mensal de reclamações de barulho produzido por obras realizadas à noite. A situação começou a se agravar em 2007, quando se registraram 110 reclamações por mês, número que saltou para 195,5 entre janeiro e outubro de 2008. Antes, em 2006, as queixas dos moradores eram tão poucas que a Secretaria da Coordenação das Subprefeituras nem julgava necessário considerá-las separadamente. Empresas públicas ou empresas privadas que executam serviços para elas - como é o caso do Metrô - estão entre os principais responsáveis pela poluição sonora, o que é particularmente grave, porque é o Estado dando o mau exemplo. Sem falar em empresas concessionárias de serviços, como a Comgás, que tem cerca de 100 obras sendo executadas simultaneamente na cidade. Numa delas, na Rua do Arouche, no centro, uma medição feita a pedido da reportagem do Estado registrou 84 decibéis, quando o máximo recomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas é de 50 decibéis. Alega a empresa que executa obras à noite por determinação da CET, que busca assim não piorar ainda mais o trânsito durante o dia. Isto não a exime, porém, de tomar medidas para respeitar a Lei do Silêncio. No mesmo caso estão obras de construção de novas linhas do Metrô. Um exemplo disso é o canteiro de obras localizado perto da Rua Oscar Freire, que faz parte da expansão da Linha Amarela. Diz o Consórcio Via Amarela, responsável pela obra, que adotou uma série de medidas para diminuir ao máximo o barulho, entre as quais troca de geradores de energia por outros mais silenciosos e instalação de abafadores de ruído nas saídas dos dutos dos ventiladores. O fato de o barulho produzido pelas máquinas que operam ali e os gritos dos trabalhadores chegarem a 80 decibéis indica que as providências ficaram muito aquém do necessário para preservar o sossego dos moradores das imediações. Uma das explicações dadas para o aumento da poluição sonora à noite e, conseqüentemente, também das reclamações, é a imposição pela Prefeitura, a partir de junho, de restrições à circulação, durante o dia, de caminhões de carga no centro expandido. A transferência de entregas para o período noturno provocou falta de materiais durante o dia, levando muitas empresas a executar obras à noite. Primeiro, é preciso considerar que em pouco tempo o fluxo de material deve se normalizar. Segundo, essa medida é muito recente e não explica, portanto, o forte aumento do número de obras registrado antes de sua adoção. Além disso, é também procedente a alegação do secretário de Coordenação das Subprefeituras, segundo a qual o que provocou essa situação foi o aquecimento da economia, que impulsionou a construção civil. Para a população não importa a origem do problema, mas o que o poder público pode e deve fazer para resolvê-lo. O caminho a seguir é a adoção do mesmo rigor com que está sendo tratado o barulho provocado por bares, restaurantes e casas noturnas. Nesse setor, a fiscalização e as pesadas multas aplicadas aos que infringem a Lei do Silêncio vêm produzindo bons resultados. É o que se deve fazer com as empresas que executam obras à noite e produzem ruídos acima dos níveis permitidos. E nada mais natural que esse combate à poluição sonora comece pelas empresas públicas.
http://txt.estado.com.br/editorias/2008/1
Segundo a estudante de Ciências Biológicas da UFPB e representante do COJEMA-PB, Andressa Ribeiro de Queiroz, 23 estudantes de vários municípios da Paraíba representaram o Estado na 2ª. Conferência Nacional Infanto-Juvenil de Meio Ambiente, realizada em Brasília, durante os dias 23 e 27 de abril de 2006. "O evento foi um processo dinâmico e contínuo de discussão e debate entre adolescentes de
“A 1ª. Conferência Nacional Infanto-Juvenil do Meio Ambiente foi um momento importante, já que todos puderam ouvir o que os adolescentes de
No processo da 3ª. Conferência Nacional que está sendo realizado este ano, Larissa Ramos, Luís Fernando e Vitória são membros da Comissão Organizadora Estadual / COE-PB e responsáveis pelo acompanhamento e pela análise das propostas enviadas pelas escolas.
Algumas das principais iniciativas que demonstram a importância que a garotada vêm dando para as questões ambientais são: a criação do Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Paraíba (COJEMA-PB) e a participação de adolescentes em conferências municipais, estaduais e até mesmo nacionais sobre o meio ambiente. Na Paraíba, cerca de 40 adolescentes e jovens fazem parte do COJEMA-PB e atuam em ações de educação ambiental nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Pombal. "É um trabalho feito em forma de corrente, porque cada adolescente que participa de um evento nacional, por exemplo, repassa o que aprendeu para outros jovens de seu município e eles repassam para as suas escolas e comunidades. Com isso, um maior número de pessoas acaba tendo acesso às informações que foram discutidas", explicou a estudante de Direito Larissa Maria Ramos de Albuquerque.
TUDO COMEÇOU COM UMA ATIVIDADE ESCOLAR
A estudante Larissa Maria Ramos de Albuquerque também é um exemplo de adolescente comprometida com o meio ambiente. Seu interesse pelas questões ambientais começou a surgir na escola, quando um professor propôs aos alunos da 5ª. série que fosse feita uma horta na escola. "Participei da atividade para conseguir uma boa nota na escola, mas depois comecei a gostar de discutir as questões ambientais e de participar de projetos de educação ambiental. Foi uma experiência que revolucionou a minha vida, que trouxe a reeducação de hábitos e a mudança de perspectiva sobre o meio ambiente. Há nove anos venho aprendendo a contemplar e a respeitar a natureza e o ser humano", contou. Depois dessa primeira experiência, Larissa foi convidada a participar da Feira de Ciências do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) e de projetos de educação dos Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, como o projeto "Protetores da Vida". Hoje, já terminou o curso de Recursos Naturais no Cefet (Centro de Ensino Tecnológico da Paraíba), participa do COJEMA-PB e trabalha na Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa. "Fazemos palestras em escolas porque sabemos que é na escola que os valores das pessoas são renovados. Levamos aos adolescentes as informações necessárias para que haja uma sensibilização sobre as questões ambientais. Nosso trabalho é abordar o meio ambiente na sua totalidade e discutir assuntos que fazem parte da realidade dos adolescentes como a questão do saneamento básico, da água, dos lixões e aterros sanitários, da poluição do ar e a importância do respeito mútuo", explicou.
Fonte: Papo Cabeça
http://www.portalcorreio.com.br/site/bar
A Escola Municipal Analice Caldas realizou no dia 10 de novembro de 2008, o processo de finalização da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, onde as Orientadoras Pedagógicas Deiserer e Conceição organizaram um cronograma de atividades para cada professor e então cada turma trabalhou um tema, preparando várias propostas que foram defendidas durante a realização da Conferência. Tanto Deiserer, como Conceição, incentivaram os alunos a desenvolverem as propostas com base em problemas ambientais visíveis ao ambiente escolar ou na comunidade. Ao mesmo tempo, os alunos visitaram a Estação de Tratamento da CAGEPA, o IBAMA e o CEFET, onde, respectivamente, os alunos tiveram informações sobre tratamento da água, preservação do meio ambiente e energia solar e eólica. Ao final da Conferência, a proposta escolhida pelos alunos foi a de se preparar a Compostagem, pois é mais viável reaproveitar as folhas das árvores dentro da escola e restos de alimentos deixados na feira livre existente no bairro para ser utilizada como adubo no plantio de hortaliças e estas serem utilizadas na merenda escolar.
Ocorreu na E.M.E.F. Tharsila Barbosa da Franca, no Bairro do Grotão, Município de João Pessoa - PB, a finalização do processo de escolha dos delegados para a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, que teve aproximadamente 300 participantes entre alunos, pais, professores, direção escolar e especialistas. Na abertura das atividades, teve a apresentação dos alunos da escola que praticam capoeira.
Durante as apresentações dos grupos de trabalho, o que mais chamou a atenção foram os alunos do 5º. ano, com todo um entendimento sobre os temas Água, Ar, Fogo e Terra e a maneira como debateram as propostas. Os alunos falaram sobre a importância do processo realizado na escola, relatando que é essencial para a conscientização dos alunos e comunidade escolar.
A Diretora Escolar Fátima relatou que o trabalho para a realização da Conferência de Meio Ambiente teve como ponto essencial a feira livre que acontece próxima à escola, a poluição e a contaminação.
A expectativa com a conclusão dos trabalhos é a de se conseguir melhorar o envolvimento das pessoas com as questões ambientais que atingem o nosso bairro, principalmente os ocasionados pela feira livre.
Relato enviado por Josélia Pontes Nogueira Silva, Coordenadora Pedagógica da E.M.E.F. Ulisses Maurício de Pontes.
Aos 15 (quinze) dias do mês de outubro de 2008 (dois mil e oito), na Esc. Mun. de Ens. Fund. "Ulisses Maurício de Pontes" localizada no Município de Sertãozinho, a partir das 13:00 h (treze horas) realizou-se a III Conferência Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, cujo objetivo foi a culminância dos Projetos de Educação Ambiental planejados durante o ano letivo
A referida Conferência teve início com uma coreografia sobre a Educação Ambiental, onde foi enfatizado a importância de se cuidar urgentemente do planeta terra, objetivando conscientizar os jovens e adolescentes sobre os cuidados com o meio ambiente.
Em seguida foram explorados pelos educandos com o apoio dos educadores os seguintes sub-temas: Ar, Água, Fogo e Terra. E para esta explanação foram utilizados recursos tais como: cartazes, data-show, música, peça teatral e recursos da própria natureza, etc.
Vale salientar que os temas acima relacionados e outros, foram trabalhados durante o ano letivo na escola supra citada, uma vez em que houve um incentivo e apoio da Secretria Municipal de Educação, quanto à formação da Com-Vida, sendo os membros dessa comissão: corpo docente da Escola ULisses, pais, alunos, secretária e membros do Conselho de Educação.
Mediante a urgente necessidade de se educar para a proteção ambiental, há interesse por parte do município em apoiar o Coletivo Jovem de Meio Ambiente.
No currículo das Escolas já foi inserido ações sócioambientais as quais são trabalhadas anualmente.
Durante o ano letivo as Escolas realizam projetos ambientais incluindo: palestras, conferências, marchas ecológias, além de outras atividades sócio-ambientais, de forma pontual.
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Identidades da Educação Ambiental Brasileira
Encontros e Caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos - Volume 1
Encontros e Caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos - Volume 2
Coletivos Jovens de Meio Ambiente: Manual de Orientação
Juventude, Cidadania e Meio Ambiente - Subsídios para a elaboração de políticas públicas
Revista “Agenda 21 e Juventude” - nº 01