Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
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Uma vez CJ, sempre CJ

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Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 09:38
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As ricas caatingas

O "primo pobre" dos biomas brasileiros se revela um celeiro de espécies endêmicas e de formações vegetais diversificadas.

Por Eduardo Augusto Geraque

O especialista em herpetologia Miguel Trefaut Rodrigues, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), nem imaginava que uma leitura das aventuras do famoso explorador britânico Richard Francis Burton (1821-1890) poderia ajudá-lo no futuro. Um das frases que marcou o cientista foi a seguinte: "Encontrei nas margens do rio São Francisco, no Brasil, uma espécie de pequeno Saara", disse o aventureiro. O europeu que se notabilizou por grandes excursões pela África e pelo Oriente Médio, além de vários feitos, esteve no Brasil como cônsul na cidade de Santos, São Paulo, em 1865. E aproveitou para fazer uma grande exploração pelo Velho Chico, desde Minas Gerais até a sua foz, na divisa dos estados de Sergipe e de Alagoas.

Mais de um século depois, o herpetólogo da USP, interessado principalmente em lagartos, assunto que lhe chama atenção há várias décadas, lembrou-se da observação de Burton e concluiu: onde existe deserto existe duna e, conseqüentemente, o pequeno Saara brasileiro poderia abrigar espécies de lagarto que prefeririam areia em vez de pedra. As pesquisas realizadas na dunas do rio São Francisco, perto da pequena localidade de Santo Inácio, no norte do estado da Bahia, em plena caatinga, continuam a revelar achados científicos absolutamente inéditos em se tratando de Brasil e de América do Sul. Os reptéis que vivem nas areias às margens de um dos mais importantes rios brasileiros são apenas um exemplo, entre dezenas de casos, que estão ajudando a mudar a visão do único ecossistema totalmente inserido nas fronteiras do território nacional.

"A caatinga - que, por causa das sete unidades de vegetação já identificadas pelos botânicos, deveria ser sempre chamada pelo seu plural, caatingas - é uma região rica em diversidade", afirma Rodrigues, que chegou até os lagartos, ofídios e anfisbenídeos das dunas do São Francisco baseado também em uma extensa literatura científica. A frase do especialista em lagartos também vai ser repetida por todo cientista que continua enveredando por uma região ainda bastante desconhecida do nordeste do Brasil. O mito de que a caatinga é pobre em biodiversidade caiu.

O acúmulo e a sistematização dos novos conhecimentos científicos que estão mudando a visão das caatingas ocorreu muito recentemente, do ano 2000 para cá. Os números de espécies impressionam até mesmo os acadêmicos "caatingueiros". Rodrigues, por exemplo, após confirmar sua hipótese de que onde havia areia deveria, muito provavelmente, existir alguma nova espécie de lagarto, deparou com um fato realmente surpreendente. "Entre os lagartos e anfísbenídeos das dunas, 50% do total ocorre apenas naquela região próxima a Santo Inácio. Como 37% das espécies desses dois grupos encontradas em toda a caatinga são endêmicas das dunas, podemos perceber que a região é uma verdadeira bomba de especiação." Rodrigues lembra ainda que, em termos geográficos, as áreas das dunas, que chegam a ter até 60 metros de altura, não ocupam mais do que 7 mil km2 do sertão brasileiro. Isso representa apenas 0,8% da área total das caatingas. Em todo o ecossistema semi-árido, que ocupa área de 800 mil km2, são conhecidas atualmente 47 espécies de lagartos, dez de anfisbenídeos, 52 de serpentes, quatro de quelônios e 48 de anfíbios - para ficar apenas entre os principais grupos. Mais do que quantidade de espécies de lagarto, a zona de endemismo descoberta nas dunas do São Francisco guarda histórias científicas ainda mais saborosas em relação ao processo de formação daquelas espécies.

No início dos anos 1980, os herpetólogos conheciam uma única espécie de lagarto na região de Santo Inácio, situada na margem direita do Velho Chico. Foi exatamente no mesmo local que Rodrigues, em uma de suas expedições, encontrou outro réptil semelhante, mas não idêntico ao que já havia sido identificado. Batizados naquela época de Tropidurus nanuzae e Tropidurus amathites, respectivamente, hoje eles são conhecidos por um novo gênero, o Eurolophosaurus. Os nomes das espécies permaneceram os mesmos. Um detalhe interessante chamou a atenção do pessoal de campo. Enquanto o E. nanuzae tinha preferência por regiões pedregosas, a nova espécie sobrevivia melhor em solos arenosos. Ela estava lá por causa das dunas.

Ainda sob o sol do semi-árido brasileiro, uma observação feita a distância, do outro lado do rio São Francisco - Santo Inácio fica próximo à cidade de Xique-Xique, bastante ao sul de Sobradinho e ao norte do município da Barra -, atiçou a curiosidade científica de Rodrigues. Será que a fauna de lagartos do outro lado do rio era idêntica? Será que haveria também por lá aqueles lagartos um pouco achatados, de até 30 cm de comprimento? Alguns anos depois, descobriu-se que realmente existiam diferenças. Na margem esquerda havia outras espécies. Uma delas, a E. divaricatus, foi considerada irmã da E. amathites. Ambas viviam em lados opostos do rio, mas mantinham traços morfológicos semelhantes. As diferenças significativas estavam no campo genético e, portanto, não observáveis a olho nu. Com base na análise do clima e da geomorfologia da região, Rodrigues construiu uma hipótese para aquele centro específico de diferenciação de espécies da caatinga brasileira. Ainda existem mais perguntas do que respostas, mas o modelo básico, com a continuidade dos estudos, ganha embasamento cada vez maior. Não existe apenas um único par de espécies irmãs - outros grupos também têm espécies semelhantes vivendo nas margens direita e esquerda do São Francisco, onde as dunas persistem. É o caso de outro lagarto, do gênero Calyptommatus, e de um par de anfisbenas, répteis muito similares às serpentes e por isso chamados de cobras-cegas ou cobras-de-duas-cabeças.

É sabido que há cerca de 12 mil anos o São Francisco não corria para o mar. Naquele tempo, que coincide com o final do último período de glaciação, havia um grande lago natural na área onde o rio desaguava. Só depois as águas do Chico conseguiriam transpor as serras do norte da Bahia e chegar até o oceano Atlântico. Quando correu para o mar, o São Francisco separou as espécies de lagarto que viviam todas juntas ao redor do grande lago - hoje a barragem de Sobradinho voltou a criar um lago artificial na região. Algumas espécies ficaram do lado esquerdo e outras do direito. Uma das hipóteses é que isso tenha acelerado a diferenciação entre as espécies irmãs, que segundo o zoólogo da USP, data de 1 milhão a 3 milhões de anos.

Para Rodrigues, muito mais do que descobrir um grande centro de endemismo na caatinga, poder medir e praticamente sentir a diferenciação daquelas espécies de lagartos nas dunas do rio São Francisco é uma satisfação profissional muito grande. "E nada garante que não possa haver várias outras regiões iguais a essa, em termos de endemismo, em outros pontos das caatingas", diz o pesquisador.

A grande biodiversidade das dunas da região conhecida como Médio São Francisco é tão significativa que Rodrigues defende a criação de um parque nacional no local o mais rápido possível. Segundo o livro Avaliação Prioritária para a Conservação da Caatinga, lançado no fim de abril em seminário realizado em Petrolina, Pernambuco, no coração da caatinga, pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), a zona das dunas é uma das 82 identificadas como prioritárias para conservação em todo esse ecossistema. "O número de áreas protegidas está muito aquém das reais necessidades", afirma Mônica Fonseca, bióloga e pesquisadora da organização não-governamental Conservação Internacional.

De acordo com a pesquisadora, uma das autoras do livro, apenas 2% da zona do semi-árido do Brasil estão protegidos legalmente. Os estudos apresentados na obra, publicada em conjunto pelo MMA, ONGs, Universidade Federal de Pernambuco e Embrapa Semi-Árido, defendem que as áreas de proteção deveriam cobrir hoje 59,4% do bioma caatinga. As de extrema relevância para a conservação da biodiversidade, segundo Mônica, representariam 24,7% de todas as caatingas brasileiras.

Se os números de répteis e anfíbios já chamam a atenção, outros grupos de animais estão ricamente representados em todas as zonas do sertão, inclusive nos ambientes aquáticos, como é o caso dos peixes de água doce. A composição da ictiofauna das caatingas, segundo o especialista Ricardo Rosa, da Universidade Federal da Paraíba, revela a existência de 240 espécies espalhadas por sete ordens taxonômicas. A peculiaridade dos peixes é que, como o hábitat deles não está restrito a um determinado padrão de vetegetação, muitas das espécies não vivem apenas nas caatingas. Como os rios chegam até outros biomas, os peixes costumam também atravessar determinadas barreiras biogeográficas, algumas intransponíveis para quem vive nos ambientes secos do sertão.

O exemplo das aves é idêntico, no sentido de derrubar o mito de que o sertão é árido e sem vida. Nenhuma estimativa anterior àquela feita no ano 2000 havia encontrado tantas espécies na região. A lista de aves feitas pelos especialistas apresenta 510 espécies. Grande parte delas (91,96%) se reproduz dentro da própria região, ou seja, não são migratórias e não usam os espaços do Nordeste apenas por alguns dias do ano. Os pesquisadores também já sabem que a maior parte das espécies identificadas, 185, são independentes da floresta. Elas estão associadas apenas a regiões de vegetação aberta. Enquanto ainda 125 são semi-dependentes, 159 tipos de aves só foram encontradas em florestas semi-perenes, estacionais, caatingas arbóreas e cerradões (ver quadro sobre vegetação na pág. 28). A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) faz parte desse grupo. Mas, como não foi mais vista na Natureza desde outubro do ano 2000, os ornitólogos passaram a listar essa espécie, que teve como último refúgio o estado da Bahia, na categoria extinta. Estima-se que em cativeiro ainda existam 60 exemplares da ararinha-azul.

As exuberantes aves das caatingas brasileiras são apenas uma das grandes justificativas que os cientistas apontaram para a necessidade de se criarem as 82 áreas prioritárias de conservação. Segundo a bióloga da Conservação Internacional, entre as 27 áreas classificadas como de extrema importância biológica, duas merecem destaque ainda maior: as dunas do São Francisco, com as especiações em curso, e o Parque Nacional da Serra da Capivara. Lá, nos municípios de São João do Piauí, Coronel José Dias, São Raimundo Nonato e Canto do Buriti, no Piauí, ainda restam aves ameaçadas não apenas na caatinga, mas praticamente em todo o mundo. A lista de aves em extinção conta com nomes conhecidos como o do maracanã (Ara maracana), do pica-pau-anão-de-pernambuco (Picumnus fulvescens) e do pintassilgo-do-nordeste (Carduellis yarelli).

Da Onça ao Tatu

Na mesma região , que conta com o também rico em diversidade Parque Nacional das Confusões, vivem grupos importantes de mamíferos. A fauna desses vertebrados, em domínios das caatingas, também não é monótona como a mitologia brasileira desenhou ao longo das décadas. Na Serra da Canastra vivem exemplares de onça-pintada (Panthera onca), da onça-parda (Puma concolor), do tamanduá-bandeira, (Myrmecophaga tridactyla), do tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), da jaguatirica (Leopardus pardalis), do gato-maracajá (Leopardus wiedii) e do gato-do-mato (Leopardus tigrinus).

Um grande inventário sobre os mamíferos das caatingas, apresentado no ano passado por João Alves de Oliveira, zoólogo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, revelou que existem na região 143 espécies. Nesse universo, 19 foram consideradas exclusivas do ecossistema da caatinga. Marsupiais, tatus, morcegos, roedores e representantes da ordem dos carnívoros (onças e jaguatiricas, por exemplo) estão distribuídos por várias localidades. Em relação aos primatas, descobertas feitas na região de Canudos, na Bahia, na segunda metade da década de 1990, ampliaram a lista de espécies agora conhecidas. Existem no ecossistema do semi-árido do Brasil dois tipos de macaco guariba, o já famoso macaco-prego e, agora, o macaco-sauá (Callicebus barbarabrownae).

A ciência já provou: não é apenas nas dunas do Velho Chico ou nos canyons do Piauí que o padrão de riqueza de espécies, tanto vegetal como animal, ainda se mantém. Nas outras 80 áreas presentes no mapa de conservação das caatingas ocorre o mesmo. Para que esse quadro seja mantido, algumas estratégias foram apresentadas pelos cientistas. Não é possível analisar as áreas prioritárias em termos de biodiversidade de forma isolada. As caatingas formam um ecossistema único. E nesse ambiente vivem 20 milhões de pessoas, na maioria das vezes em situação bastante desfavorável.

A Embrapa Semi-Árido vem desenvolvendo técnicas que permitem o uso da terra sem conseqüências ambientais graves. Além da educação ambiental para a população do sertão, o aprimoramento da gestão pública na conservacão da biodiversidade da caatinga e da geração de recursos humanos nos meios técnicos e acadêmicos, uma proposta bem palpável foi apresentada em livro recém-lançado em Petrolina. "O necessário seria ampliar a área total protegida por unidades de conservação na caatinga para 10%, no prazo de 10 anos", defendem os cientistas. Principalmente em relação às chamadas unidades de conservação integral, o ideal seria que crescessem 3% nos primeiros cinco anos e 6% em até sete anos e meio. Isso sem esquecer as dunas do São Francisco e da Serra da Canastra no Piauí.

José Maria Cardoso da Silva, ornitólogo, professor licenciado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e vice-presidente da Conservação Internacional, monta o seguinte cenário. O Brasil tem cinco grandes biomas: Amazônia, Pantanal, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. Aqui, eles foram ordenados do mais conservado para o menos. Se esses cinco elementos forem colocados em um gráfico que tenha no eixo x a porcentagem de fragmentação das suas vegetações e no y a perda de hábitat para as espécies animais, fica claro que a Amazônia vai estar mais abaixo e do lado esquerdo do gráfico, enquanto a mata atlântica estará acima e do lado direito.

"O que vai ocorrer se for tomada a decisão de deixar as coisas como estão", pergunta o ambientalista? A resposta é do próprio Cardoso da Silva. "Em alguns anos, todos os ecossistemas vão se aproximar da mata atlântica, que tem alta fragmentação vegetal e uma alta perda de hábitats naturais." No caso específico da caatinga, os ambientalistas e pesquisadores costumam dizer que ela está, em termos de conservação, em plena encruzilhada. "Ela aparece no meio do gráfico. Não é mais conservada que a Amazônia e o Pantanal, mas está mais intacta que o cerrado e a mata atlântica. Resta saber o que vamos querer para ela amanhã."

As estimativas mais recentes, e otimistas, mostram que 30% de todas as caatingas já foram alteradas pelo homem, principalmente em função da agricultura. O problema maior, segundo os cientistas, é que as áreas não impactadas não formam uma mancha única: estão divididas em 1.043 ilhas de vegetação. Apenas 172 delas apresentam mais do que 10 quilômetros de largura.

Ao contrário da história evolutiva das espécies sobre a Terra, cem anos é muito tempo. O cenário visto por Euclides da Cunha, no interior da Bahia, no século 19, mudou bastante, e poderá se tornar ainda muito mais raro daqui a outros cem anos. Apesar de constatar a aridez do sertão, o jornalista e escritor brasileiro não deixou de revelar a exuberância da caatinga nas páginas de seu clássico Os Sertões.

"E o sertão é um paraíso... Ressurge ao mesmo tempo a fauna resistente das caatingas: disparam pelas baixadas úmidas os caititus esquivos; passam em varas, pelas trigueiras, num estrídulo estrepitar de maxilas percutindo, os queixadas de canela ruiva; correm pelos tabuleiros altos, em bandos, esporeando-se com os ferrões de sob as asas, as emas velocíssimas; e as seriemas de vozes lamentosas, e as sericóias vibrantes, cantam nos balsedos, à fímbria dos banhados onde vem beber o tapir estacando um momento no seu trote, brutal, inflexivelmente retilíneo, pela caatinga, derribando árvores, e as próprias suçuaranas, aterrando os mocós espertos que se aninham aos pares nas luras dos fraguedos, pulam, alegres, nas macegas altas, antes de quedarem nas tocaias traiçoeiras aos veados ariscos ou novilhos desgarrados..."

Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/materia/materia_47.html



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 09:37
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Por que dia mundial do meio ambiente?


A importância desse dia tem precedentes. O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Porém, foi ainda no séc. XIX que um biólogo alemão, Ernest Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia. A data de 05 de junho, para se comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente foi proposta pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em homenagem ao primeiro grande encontro internacional dedicado a temática ambiental, a Conferência de Estocolmo, de 1972.

Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações. Se há assunto que consegue igualar todas as pessoas nesse planeta é a questão ambiental: o que acontece de um lado, para bem ou para mal, vai sempre afetar o outro! Nessa data, chefes de estado, secretários e ministros do meio ambiente fazem declarações e se comprometem a tomar conta da Terra.

As mais sérias promessas têm sido feitas, que vão do be-a-bá ao estabelecimento de estruturas governamentais permanentes para lidar com gerenciamento ambiental e planejamento econômico, visando conseguir a vida sustentável no planeta. Podemos, cada um de nós, já fazer a nossa parte para a preservação das condições mínimas de vida na Terra, hoje e no futuro, ou seja, investir mais naquilo que temos de valioso, que é a nossa inteligência, para aprender a consumir menos o que precisamos economizar: os recursos naturais.

E é sempre bom lembrar que o Brasil, identificado como um dos nove países-chave para a sustentabilidade do planeta, já é considerado uma superpotência ambiental!

Fonte: http://www.riosvivos.org.br/contamincao e http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/ecologia/home.html



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 08:33
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Sábado, 14 de Abril de 2012
Os princípios norteadores de um Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente

Os princípios norteadores de um Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente

* Coletivo Jovem de Meio Ambiente - Goiás

  • Jovem educa Jovem: assume-se claramente um papel protagônico dos jovens como sujeitos sociais que atuam e intervêm no momento presente e não num futuro próximo como muitos argumentam. O processo educacional pode e deve ser construído a partir das experiências dos próprios jovens, por meio das “Comunidades de Aprendizagem”, representando um determinado grupo de pessoas, como uma Comunidade que atua aprendendo e que aprende atuando, sem necessariamente depender de agentes externos para tutorar ou conduzir esse processo.
  • Jovem mobiliza Jovem: considera-se que o jovem é ator fundamental na mobilização de outros jovens para a causa socioambiental. “Um mais um é sempre mais que dois”. Juventude é entendida como estado de espírito.
  • Uma geração aprende com a outra: toda a atuação social e a causa à qual ela se remete, encontra-se dentro de um processo histórico. Quem embarca em algum engajamento em prol da vida, do planeta e da humanidade, está sempre de alguma maneira, dando continuidade a um processo acumulado por diversas outras pessoas ao longo de anos. Os novos “tripulantes” trazem sempre novas idéias, conhecimentos e percepções que inovam este processo, enquanto os antigos possuem um acúmulo de experiências que é fundamental, especialmente para que os que chegam não precisem “reinventar a roda”. Sendo assim, afirma-se que as diferentes gerações têm sempre algo a ensinar e a aprender. Este diálogo é um aspecto fundamental para fortalecer os movimentos em prol do meio ambiente e quaisquer outras causas.


Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 20:19
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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011
Agenda 21: Um Processo Participativo

Por Luís Fernando Ribeiro

A educação ambiental vem sendo agrupada como uma técnica inovadora em diferentes domínios. Neste sentido, sobressai tanto sua internalização, como objeto de políticas públicas de educação e de meio ambiente em âmbito nacional; quanto sua inclusão num âmbito mais capilarizado, como mediação educativa, por um amplo conjunto de práticas de desenvolvimento social.

É um processo participativo, de construção e disseminação de um plano de ação estratégico dirigido aos pontos necessários para o desenvolvimento sustentável em diferentes localidades, indo de um bairro às diversas comunidades (como o que ocorre nos bairros do Cristo e Rangel), de um município até a formação de consórcios, de biomas, até chegar às bacias hidrográficas.

Seu objetivo principal é, portanto, a formulação e a prática de políticas públicas, por meio de metodologia participativa, que produza um plano de ação para o alcance de um cenário de futuro desejável pela comunidade local, que leve em consideração a análise das vulnerabilidades e potencialidades de sua base econômica, social, cultural e ambiental.

Dentro de todas as ações realizadas por professores e alunos presentes nesta Cartilha, podemos falar que tudo está contemplado na Agenda 21, que nada mais é que uma palavra que abre os horizontes da inclusão entre comunidade, governo e entidades que buscam um presente sustentável sem prejudicar o ambiente em que vivemos.

Em um sistema onde predomina a economia capitalista, seja ela tímida ou agressiva, os problemas sociais existentes exigem soluções através, também, de um desenvolvimento sustentável, ou seja, significa dizer que o desenvolvimento não pode danificar o efetivo à sobrevivência do ser humano que necessita de um ambiente benéfico com saneamento, qualidade de ar e de água, que são características sinônimas do que podemos chamar de uma boa qualidade de vida.

A Agenda 21 não tem uma fórmula, uma receita pronta. Ela vai sendo construída à medida que as ações vão sendo adotadas. Além disso, tem enfoques flexíveis e um campo de atuação quase infinito. A proposta de uma Agenda 21, e nesse ponto podemos citar a Agenda 21 Escolar, parte do princípio de elaboração dentro da comodidade e dos moldes de habilidade tanto da escola que a abrigar, como da comunidade à sua volta.

Ao construir a Agenda 21 não podemos, no entanto, mostrá-la como sendo a única alternativa de procedimento disponível, devemos considerar as peculiaridades locais, em cada um dos casos, conforme a participação comunitária indicar, sendo este o principal fundamento da construção das agendas. Assim, os instrumentos institucionais disponíveis e os diversos arranjos concertados entre as autoridades e demais segmentos da sociedade podem vir a resultar numa variedade de alternativas metodológicas, desde que o caráter participativo não seja corrompido.

A gestão apropriada do meio ambiente de cada localidade depende das opções econômicas, tecnológicas, sociais e políticas lá feitas. Se uma comunidade opta por orientar seu futuro de forma sustentável, por meio da construção de sua Agenda 21, mais que privilegiar a si mesma, ela estará possibilitando também a qualidade ambiental de seu município, estado, país e planeta, que nada mais é que o reflexo das escolhas feitas em cada um dos lugares.

Para que esse processo se multiplique, deseja-se que o movimento seja uma união das pequenas ações entre grupos diversificados, visando melhoria social, ambiental e econômica dentro de uma ação de maior alcance e, por isso, de maior potência.

Vale a pena conhecer melhor essa idéia. E, ainda mais, vale a pena juntar-se a ela, como voluntário, como parceiro, como colaborador, lembrando que a soma de muitas forças cria um movimento de grande magnitude e de muita utilidade. Procure uma das unidades de ensino que está presente nesta Cartilha e participe do projeto que está sendo desenvolvido e engaje-se nesta luta. E tenha a certeza que o sucesso e a melhoria da qualidade de vida será comum a todos.



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 09:28
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
Formação continuada em Educação ambiental da Paraíba

A Formação Continuada em Educação Ambiental no estado da Paraíba é uma ação realizada pela COE – Comissão Organizadora Estadual, onde se tem a participação das seguintes entidades: Secretaria de Educação do Estado da Paraíba – SEEC, Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Secretaria de Educação do Município de João Pessoa – SEDEC, Secretaria de Meio Ambiente de Bayeux, Secretaria de Meio Ambiente do Município de João Pessoa – SEMAM e o Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Paraíba – COJEMA-PB. Foram realizadas as Formações nas cidades de Alagoa Grande, entre os dias 19 e 20 de julho. E em Sousa, entre os dias 22 e 23. Contando com a participação de aproximadamente 80 jovens e 80 professores. Dentre os assuntos abordados na formação tiveram mais destaque os temas Agenda 21 e COM-VIDAS, utilizando da metodologia da Oficina de futuro. Para o Coletivo Jovem foi muito importante a ação, principalmente porque serviu de espaço de implementação de COM-VIDAS nas escolas do interior da Paraíba, mas também para uma avaliação das COM-VIDAS já existentes e do processo de conferência nas escolas. O Processo de Formação terá o seu término nos dias 02 e 03, quando se realizará a Formação em João Pessoa.

Fonte: www.cojemapb.com



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 16:35
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Domingo, 27 de Junho de 2010
SITE DO COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAIBA

 

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http://www.cojemapb.com



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 06:30
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Conferência: Fórmula compromissos para o futuro

O que foi a CONFINT 2010? Pouco se falou sobre, mas segue abaixo um breve relato de vivência.

"Ele nunca viajara de avião. Nem saíra do país. Nascido em Calicut - a lendária cidade da Índia descrita por Marco Polo em 1320, onde o navegador Vasco da Gama aportou em 1498 -, Akash Swaminthan, de apenas 13 anos, teve de viajar três dias num trem para chegar à capital, Nova Delhi, e se unir a mais sete jovens indianos, que também voariam 36 horas em direção ao Brasil.

Akash foi autor de um projeto de proteção dos mangues em sua região, famosa pela religiosidade e a qualidade das escolas. Numa conferência de alunos em Nova Delhi, foi eleito membro da delegação de indianos com 12 a 15 anos de idade que viria à Conferencia Internacional Infanto Juvenil Vamos Cuidar do Planeta (Confint 2010), realizada em Luiziânia (GO), de 5 a 10 de junho. "Tenho planos para reflorestar áreas públicas na Índia", contou antes de voltar ao seu país após trocar experiências com cinco centenas de adolescentes de 48 países.

Decorrência de um ciclo de conferências, que desde 2003 envolveu 20 mil escolas no Brasil, a Confint foi além do mero debate sobre mudanças ambientais globais, afirma a brasileira Rachel Trajber, coordenadora geral do evento e da área de educação ambiental no ministério de Educação do Brasil. "Em vez de exigir direitos e deveres, os jovens escreveram uma carta de responsabilidades, onde assumem o compromisso de agir em suas comunidades e divulgar as propostas para governos locais e nacionais."

"Se não for agora, então quando? Se não formos nós, então quem?", questiona a carta, que relaciona dezenas de ações práticas, tais como buscar o apoio, inclusive de empresas, para deter a poluição, e boicotar produtos prejudiciais ao ambiente. "Cuidando de nós estaremos cuidando toda a humanidade e provando que o ser humano não é o que diz e sim o que faz", reforça o documento, que foi complementado por uma Carta Musical, construída coletivamente, com músicas trazidas pelos jovens.

O evento, inédito, começou a ganhar corpo em 2006, quando representantes da fundação suíça Charles Léopold Mayer assistiram o processo brasileiro, conta Rachel. Do entusiasmo veio a parceria. Em 2009, representantes de mais de 50 países, que vieram à 3ª conferência brasileira, aderiram à metodologia, que começa com conferências nas escolas, segue por eventos regionais e nacionais e, neste caso, culminou com a eleição da delegação para o Brasil, de pelo menos três adolescentes, um jovem facilitador e um adulto acompanhante.

"Criamos uma comunidade de aprendizagem", resume Rachel, ao explicar que os debates foram entremeados com oficinas, passeios e eventos culturais, como o Festival da Diversidade, em que, por duas noites, os jovens subiram ao palco para mostrar aos demais danças, cantos e tradições de seus países. "Em Singapura, temos uma visão muito técnica da questão ambiental. Aprendemos, com as danças e músicas, que isso também pode melhorar o meio ambiente", concluiu Jun Yan, 15 anos.

"Desde 2003 vou às conferências. Vi que, de novo, prevaleceu a metodologia de que o jovem educa jovem e uma geração aprende com a outra", elogia o geógrafo maranhense Fernando dos Santos Rodrigues, 25 anos, que chegou uma semana antes para o treinamento, por ser facilitador da Confint.

"Cheguei com ganas de mudar o mundo. Aprendi a focalizar essa motivação", confirma o uruguaio e também facilitador Martin Chamorro, 18 anos, que orientou a oficina de Agroflorestas. No retorno ao Uruguai, pretende disseminar a carta, inicialmente em seu trabalho como monitor do Museu de História Natural de Montevidéu.

"Fiz um diário, aqui no Brasil, para escrever um livro sobre a conferência, contou Iseel Reyes de Jesus, 13 anos, da República Dominicana. Autor de um criativo livro sobre lixo, que escreveu e ilustrou em apenas dois dias, ele diz torcer para, com suas histórias, influenciar seu país."

* Por Silvia Czapski, para o Valor, Luiziânia - GO em 17/06/2010.



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 19:49
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010
SEMAM lança Rede de Permacultura da Paraíba

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) lançou, dia 08 de maio, a Rede de Permacultura da Paraíba. Segundo a Secretária de Meio Ambiente, Ligia Tavares, a iniciativa propõe uma nova linha de atuação da prefeitura por meio da capacitação ecopedagógica de estudantes e técnicos da área, o objetivo da Rede é fomentar uma cultura popular de sustentabilidade por meio de técnicas permaculturais. Pensando nisso, a Secretaria está promovendo o 1º PDC (curso de desing em permacultura) popular e gratuito do nosso Estado.

Fonte: www.cojemapb.com



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 18:43
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010
Campanha contra desmatamento é lançada em João Pessoa

A Campanha "São João Sem Desmatamento" será realizada através de ações conjuntas entre a Secretaria do Meio Ambiente (Semam), Orçamento Democrático (OD), Autarquia Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb).

De acordo com a secretária do Meio Ambiente, Lígia Tavares, o objetivo da campanha é chamar a atenção da população para a legislação ambiental e para o fato de que fazer fogueira é permitido, desde que seja usada a madeira fruto da poda de árvores. A Campanha "São João Sem Desmatamento" vai doar a madeira da poda de árvores realizada na cidade para as associações de moradores que, por sua vez, farão a distribuição dentro de suas comunidades.

A intenção é evitar que as pessoas comprem madeira ilegal de terceiros, agravando o desmatamento. "A ecologia não entra em choque com a cultura, mas a cultura precisa conhecer e respeitar a legislação ambiental. A fogueira com madeira fruto da poda é permitida e é isso que queremos incentivar com a campanha", disse a secretária. Segundo a Semam, a área que mais sofre com o desmatamento é a Zona Sul da cidade, que compreende os bairros Grotão, Gramame, Colinas do Sul II e Jacarapé, entre outros.

Fonte: http://www.joaopessoa.pb.gov.br



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 08:04
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Sábado, 30 de Janeiro de 2010
Conferência Internacional Infanto-Juvenil - Vamos Cuidar do Planeta

O governo brasileiro, por intermédio do Ministério da Educação, está convidando todos os países a participar da Conferência Internacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Planeta, que acontece de 5 a 10 de junho de 2010, em Brasília, e reunirá jovens e adolescentes de 12 a 15 nos para discutirem os problemas socio-ambientais globais, com foco nas mudanças do clima.

A Conferência Internacional emerge da experiência de três Conferências Nacionais - Vamos cuidar do Brasil, entre 2003 e 2009, que envolveram 13 milhões de pessoas, em 20 mil escolas de todo o país.

Os principais objetivos da conferência são possibilitar que crianças e jovens do mundo todo se apropriem localmente de compromissos globais, assumindo responsabilidades para a construção de sociedades sustentáveis, e promover uma rede de cuidados com o planeta.

Atividades lúdicas, oficinas práticas, diálogos interculturais e intergeracionais serão os instrumentos por meio dos quais os cerca de 600 jovens e adolescentes participantes vão elaborar juntos o documento final da conferência - a Carta das Responsabilidades – Vamos cuidar do Planeta, na qual serão assumidas responsabilidades coletivas e ações que devem ser implementadas local e globalmente.

A Conferência Internacional é uma ação de educação ambiental de amplo alcance, já que a fase pré-conferência acontece nas escolas e em nível nacional em todos os países participantes, mobilizando estudantes, professores e as comunidades locais, e inserindo a temática ambiental no sistema formal de ensino.

A Conferência Internacional é um projeto que se insere na Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014) da ONU.

 

Vídeo da Conferência Internacional.

http://confint2010.mec.gov.br//images/stories/videos/brasil2010_2.wmv

 

 

Link da Conferêncial Internacional

http://confint2010.mec.gov.br/

 

 



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 15:43
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009
III Caminhada Ecológica e Campanha Praia Limpa 2009

Aconteceu no sábado,  dia 05 de Dezembro a  III Caminhada Ecológica e Campanha “Praia Limpa” promovida pelas Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (COMVIDA) das Escolas Dep José Mariz (Jacumã) e João Vinagre (Conde). O evento teve início as 08:00 horas na Praça do Sol em Tabatinga (Concentração) e na programação tiveram atividades como apresentações culturais e artísticas preparadas pelos estudantes que fazem parte do Projetos de Educação Ambiental da Escola e convidados da comunidade.

 

Os resultados estão registrados nos seguintes links:

Escola João da Cunha Vinagre

Orkut: joaodacunhavinagre@hotmail.com

 

Blog da COM-VIDA da escola Deputado José Mariz:

http://comvidaescolajosemariz.blogspot.com/

 

 

* Fonte: Professor Givaldo Freire, Coordenador das turmas das COM-VIDA nas duas Escolas.



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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
O fogo teve papel importante na formação da flora do cerrado brasileiro

Cientistas investigam origem e evolução do bioma e apontam a importância dos incêndios naturais para a formação desse tipo de savana. A descoberta ajuda a entender por que esse ecossistema é tão rico em biodiversidade. O fogo teve papel importante na formação da flora do cerrado brasileiro. Essa é a conclusão de um estudo publicado esta semana na PNAS por uma equipe internacional de pesquisadores, que conta com a participação de brasileiros da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A pesquisa indica que os incêndios naturais são um dos motivos que fizeram do cerrado a savana tropical com maior biodiversidade do mundo.

A hipótese levantada pelos autores do trabalho é que a origem desse bioma coincidiu com o avanço de gramíneas sobre a região, causado por mudanças climáticas ocorridas dez milhões de anos atrás e responsáveis também pela expansão da savana em outros lugares do mundo. Por serem muito inflamáveis, as gramíneas deixaram o local do futuro cerrado vulnerável a incêndios. Devido às novas condições climáticas, as plantas mais adaptadas a ambientes secos e mais resistentes ao fogo tiveram mais chances de sobreviver na região. Aparentemente, esse ajuste não foi difícil, já que o surgimento do cerrado foi relativamente rápido se comparado ao de outros biomas. Segundo o estudo, a diversificação da maior parte da flora do cerrado iniciou-se há aproximadamente quatro milhões de anos.
A formação do cerrado também teve contribuições dos biomas situados em seu entorno – a floresta amazônica, a caatinga, os pampas e a mata atlântica –, que compartilham com ele diversos gêneros. Mas o processo de migração da flora típica dessas vegetações ainda não está totalmente esclarecido.
 
Endemismo na região
Segundo um dos autores do artigo, o biólogo Marcelo Simon, da Embrapa, o estudo constatou que o cerrado tem poucos gêneros de plantas endêmicos. Entretanto, há espécies que se originaram exclusivamente no bioma. Só no gênero Mimosa, um dos quatro estudados pelo grupo, por exemplo, ao menos onze novas linhagens tiveram origem no cerrado. Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram o DNA de quatro grupos de plantas: Mimosa, Microlicieae, Lupinus e Andira. Foi usado o método da filogenia genética, que permite traçar retroativamente prováveis relações de parentesco. O objetivo do grupo era investigar a evolução das adaptações das plantas do cerrado ao fogo e obter uma visão histórica da reunião das espécies no bioma.
Mas os resultados devem ser vistos com certa reserva. Segundo Simon, a amostragem de DNA usada pelo grupo representa apenas 3 a 4% da flora do cerrado. Ele admite que o número ainda é baixo. “Esse é um esforço inicial”, ressalta em entrevista à CH On-line. “Mas há evidências baseadas em estudos feitos com outras plantas, como as do gênero Manihot (mandioca), que dão suporte às nossas conclusões”, defende. E completa: “Acreditamos que nossos resultados também podem ser representativos de histórias evolutivas de outras espécies”.
As características adaptadas ao fogo presentes nas plantas dos grupos estudados – como casca espessa e raízes profundas e grossas – levaram os cientistas a concluir que os incêndios naturais ocorridos no cerrado são talvez os ingredientes decisivos que culminaram com a riqueza de espécies do bioma. Essa conclusão se junta a outras evidências científicas que apontam a importância de fenômenos específicos em uma dada região para a formação de biomas com grande biodiversidade.
Raquel Oliveira
Ciência Hoje On-line


Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 11:38
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Sábado, 21 de Novembro de 2009
Ministério da Saúde suspende repasse de verba para 326 municípios

Ministério da Saúde (MS) suspendeu em 20/11/2009 o repasse de recursos para 326 municípios referentes aos programas Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde. A interrupção no pagamento se deve a irregularidades no cadastro profissional das equipes responsáveis pelo atendimento à população. Em termos percentuais, significa que 6% dos municípios do país não receberão, este mês, a verba da Atenção Básica referente ao mês de outubro. Ao todo, foram encontradas 2.126 irregularidades no cadastro de equipes de Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde.A sanção valerá até que as irregularidades sejam sanadas. As secretarias municipais têm prazo de até seis meses para regularizar a situação e retomar os benefícios, inclusive de forma retroativa, de modo a não trazer ônus aos municípios. A principal irregularidade detectada no cadastro de profissionais do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) diz respeito à duplicidade de funcionários. Isso porque muitas vezes os profissionais mudam de local de trabalho, mas as secretarias municipais de Saúde não informam o desligamento da tarefa anterior, coincidindo de um servidor aparecer duas vezes no cadastro, o que é proibido pelos programas.

Desta forma, o MS suspende o cadastro mais antigo até que o município faça a atualização do cadastro. Outra irregularidade é referente ao não preenchimento de vagas em aberto por um período de até 90 dias após a saída de um profissional. A região Nordeste apresentou o maior número de irregularidades no cadastro dos profissionais; são 128 cidades com alguma anormalidade. A região Sudeste aparece em segundo lugar, com 94 municípios. O Sul, por sua vez, tem 49 cidades nesta circunstância, seguido pelo Norte com 38 cidades com erros cadastrais e a região Centro Oeste, com apenas 17.

Já em relação aos estados que apresentaram o maior número de funcionários em situação irregular destacam-se Minas Gerais (56), Bahia (47), Paraná (21), São Paulo (21), Pará (18), Santa Catarina (18), Pernambuco (17), Paraíba (16), Maranhão (14) e Rio Grande do Norte (11).

A suspensão da verba destinada aos municípios é feita mensalmente. Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, o objetivo é manter a ordem no sistema e assegurar transparência nos repasses de recursos para a Atenção Básica nos municípios. Ainda de acordo com a assessoria do órgão, na maioria das vezes, os municípios regularizam rapidamente a situação.

O bloqueio dos repasses foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (sexta-feira), com os nomes dos municípios e o número de equipes com cadastro irregular e, conforme a portaria, passou a vigorar na data de sua publicação.



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 10:48
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Conferência Nacional Infanto-Juvenil, uma oportunidade única

A III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, realizada no Centro Nacional de Treinamento da Industri (CNTI), em Luziânia - GO, foi uma oportunidade única e inexplicável, que jamais esquecerei, pois tivemos palestras, rodas de discussões e plenárias de debates sobre os problemas que nosso planeta está enfrentando.

Após a Conferência Nacional, participei de uma Gincana com o tema “LIXO”, realizada no município de Guarabira – PB, vizinho a Pirpirituba, onde participaram 10 escolas Municipais e Estaduais, cujo objetivo, foi conscientizar as pessoas a praticar os “3 R” (reciclar, reutilizar e reaproveitar).

Diante de tudo isso, pretendemos realizar na escola onde estudo, a confecção de uma cartilha que alerte as pessoas e os agricultores sobre os problemas que o fogo está causando no Meio Ambiente.

Deste modo, “todos nós, que participamos da mobilização para a Conferência Nacional de Meio Ambiente, estamos tentando de alguma forma, contribuir para preservação do nosso Meio Ambiente. Junte-se a nós, você aluno, professor, diretor, pais e façam com que essa delegação se amplie, pois só assim teremos um futuro saudável e também um mundo melhor”.

Paloma Raquel

Delegada na III CNIJMA

EEEFM Augusto de Almeida

Pirpirituba - Paraiba



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Terça-feira, 2 de Junho de 2009
A Prefeitura de João Pessoa (PMJP) realiza a Semana do Meio Ambiente

 A Prefeitura de João Pessoa (PMJP) realiza a Semana do Meio Ambiente, entre os dias 01 e 05 de junho, tendo como palco de abertura o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), onde será assinado um documento que precede o início das obras de requalificação do Parque.

Com quase 25 hectares de área verde no centro urbano da Capital, a Bica deve passar por uma ampla reforma, obedecendo ao projeto que foi escolhido por ocasião do Concurso Nacional de Requalificação do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, realizado em 2007. A Semana do Meio Ambiente de João Pessoa esta sendo promovida pelas Secretarias de Meio Ambiente (Semam) e de Educação e Cultura (Sedec), além da Autarquia Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

O evento continua na quarta-feira (03), com uma programa dedicado aos professores, diretores e técnicos da rede municipal de ensino, com a exposição de vídeos de curta metragem com temática ambiental e palestra sobre educação ambiental, no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria. À tarde, a programação é destinada aos funcionários públicos do Município que, no auditório do CAM, vão conhecer a A3P (Agenda Ambiental na Administração Pública), uma iniciativa que faz parte da política nacional de meio ambiente do Governo Federal, através do Ministério do Meio Ambiente.

De quarta a sexta-feira, a programação contempla alunos do ensino fundamental de escolas públicas e privadas que poderão visitar uma exposição na Sala de Multiuso, da Estação Ciência Cabo Branco.

O encerramento da Semana do Meio Ambiente será no turno da tarde que começa às 15h, no auditório da Estação Cabo Branco, com a palestra 'Falésia do Cabo Branco', ministrada pelo geógrafo e professor Euzivan Lemos. Logo após os debates sobre o tema, será servido um lanche preparado pelo setor de nutrição da Emlur e haverá apresentações musicais e teatrais, com os grupos Baticumlata e Clorofila, respectivamente.
http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/?n=10806



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 18:25
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Sábado, 16 de Maio de 2009
Apresentação de Slides de Fotos dos CJ's que Estiveram na III CNIJMA

Um belo video publicado no Youtube pelo Lucas Sakamoto, membro do CJ-CE e da REJUMA, que merece os parabens.

Muitas recordações e saudades de toda essa galera...
Para ver o video, acesse:

http://www.youtube.com/watch?v=rwSaOv86lHA



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 12:39
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Seminário 10 Anos da Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA

Aconteceu no mês de abril o "SEMINÁRIO 10 ANOS DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - PNEA" em todas as Capitais das UFs..

A Política Nacional de Educação Ambiental envolve em sua esfera de ação, além dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, instituições educacionais públicas e privadas dos sistemas de ensino, os órgãos públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e organizações não-governamentais com atuação em educação ambiental.

O evento terá três dias de duração e ocorrerá em duas etapas: (Dias 27 e 28 de Abril) Será a etapa nacional que acontecerá em Brasília e será transmitida ao vivo em videoconferência para as Assembléias Legislativas por meio do Sistema Interlegis, além da transmissão pela internet; e outra (Dia 29 de Abril) que ocorrerá nas Assembléias Legislativas (ou outro local) organizada pela CIEA e Redes de EA de cada unidade federativa.

 

Mais informações, acesse:

http://10anospnea.wordpress.com/

ou

http://10anospnea.wordpress.com/programacao/

 

Para maiores informações sobre o PNEA, acesse:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9795.htm

ou

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4281.htm

 

Para ter acesso ao terceiro arquivo do PRONEA, acesse:

http://www.mma.gov.br/estruturas/educamb/_arquivos/pronea3.pdf



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 08:30
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Na III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, “Jovem educa Jovem”, mesmo!

Em meio à miscelânea dos sotaques de 26 estados e o Distrito Federal, 81 jovens constroem propostas para a facilitação das atividades da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente - CNIJMA. Estes fazem parte dos Coletivos Jovem de Meio Ambiente, CJ, de cada unidade federativa. Eles fazem parte de um movimento articulado com governo federal, governo dos estados e entidades do terceiro setor e construíram conferências em mais de 11 mil escolas de todo o nosso Brasil.

A partir desses encontros se levantou propostas chamadas de responsabilidades, que num processo democrático, foram selecionadas de acordo com vagas para cada estado, as quais estarão sendo representadas por delegados, alunos vindos das escolas selecionadas.

Para receber estes representantes que trazem na bagagem, além das responsabilidades, as aspirações da juventude brasileira, os integrantes dos CJ´s dedicam-se à formação desde o dia 29 de março. As atividades a serem praticadas levam em consideração um dos mais importantes princípios defendidos pelos CJ´s, o de Jovem educa Jovem.

Ao chegarem na Conferência, os delegados participarão de atividades e oficinas ministradas pelos jovens dos Coletivos, dentre estas ações destacamos a produção de fanzines, vídeos, produtos de publicidade, trilha da vida, teatração, rádio e comunidade virtual. Os produtos destas darão origem a carta de responsabilidades da Conferência, contendo os anseios desse segmento da população.

Para Fábio Luís, representante do CJ Acre, ser facilitador da III CNIJMA, "é poder contribuir para a construção de uma sociedade justa, igualitária e feliz". Ricardo Mendes do CJ do Rio de Janeiro destaca: "Estamos fazendo tudo isso, pois sabemos que os jovens delegados de hoje irão ser os educadores de amanhã, levando em conta nosso lema uma geração aprende com a outra", concluiu o educador.

E assim, a Conferência se aproxima do seu início previsto para 03 de Abril. Enquanto isso, os jovens delegados se preparam em seus estados para apresentarem suas responsabilidades sócio-ambientais e em Luziânia-GO os jovens dos Coletivos se organizam para recebê-los com muita alegria, fervor e vontade de cuidar do Brasil.

http://www.revistaviracao.org.br/artigo.php?id=2153



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 18:52
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Domingo, 5 de Abril de 2009
Representantes de Cabo Verde participam como observadores da III Conferencia Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente

 

No período de 03 de abril a 08 de abril, em que ocorre a III Conferencia Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, Cabo Verde, país interessado em aderir à Conferência Internacional, encaminhou dois participantes para representarem o Pais, a saber, o Sr. Emilio Fernandes  e a Sra. Dúnia Pereira, representante da Federação Caboverdiana da Juventude.
O Encontro de Observadores Internacionais da III Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente recebe representantes de Ministérios de Educação de diversos países, de Secretarias de Juventude e pessoas atuantes da Sociedade Civil, com ênfase em movimentos e redes de Juventude.

Estes poderão vivenciar a III Conferência Nacional brasileira, tanto no que se refere ao processo geral, como em relação à metodologia utilizada. Além desses momentos de observação, os participantes tem momentos de formação e trabalho em grupos visando a preparação da organização das conferências nos próprios países.

Para saber mais sobre Cabo Verde, acesse: http://www.embcv.org.br/portal/modules/news/



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 23:29
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Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Lista dos Delegados e Delegadas participantes da III CNIJMA em Brasilia-DF

 

COMISSÃO ORGANIZADORA ESTADUAL – COE - PB

ESCOLAS, CIDADE E DELEGADOS/DELEGADAS DA III CNIJMA

EEEF Isabel Maria das Neves - João Pessoa – Iara Fernanda da Silva

EMEF Virgínius da Gama e Melo - João Pessoa - Kathykally Felix da Silva

EMEIEF Deputado José Mariz - Conde - Claudiene Martins Batista

EMEF Luiz Ribeiro Inácio Coutinho – Sapé - Alane Maria Silva de Lima

EEEFM Augusto de Almeida – Pirpirituba - Paloma Raquel Araújo Gomes

EMEF Joao Alves de Carvalho - Caicara - Francikelly Carneiro da Silva

EEEFM Hortêncio de Sousa Ribeiro - Campina Grande - Adrine Louise Lima

EMEF Manoel da C. Cirne - Campina Grande - Fabiana dos Santos Araújo

Grupo Escolar Sebastião Taveira Macedo – Fagundes - Thalis Leandro Bezerra de Lima

EMEF Antônio Trovão de Melo – Caturité - Cláudia da Silva Gouveia

EEEF José Rolderick de Oliveira - Nova Floresta - Julio Vitor dos Santos

EMEF Tertuliano Pereira de Araújo – Picui - Izabel da Silva Rodrigues

EEEFM Professor José Gonçalves Queiroz – Sumé - Jefferson R. de Lima Amorim

EEEFM Mário Oliveira Chaves - São João do Tigre - Águeda Maraise Batista Reinaldo

EMEIF Ana Brito Figueiredo - Santa Luzia - Mayara Medeiros Vicente

EEEF Carlos Luiz de Araújo – Coremas - Ricardo Andrade da Silva

EMEIF Dr. Jarques Lúcio da Silva - São Bento - Laertty G. Sousa Cabral

EMEIF Plácido Francisco Saraiva Leão - São José Brejo do Cruz - Jose Hericles Saraiva da Silva

EMEF Galdino Antônio da Silva – Carrapateira - César de França Batista

EPEF Professora Anízia Gomes de Araújo – Paulista - João Vitor S. B. de Almeida

EEEFM América Florentino – Juru - Julio César Barbosa Alves

EMEIF Maria Rosa da Conceição – Tavares - Maria Raiane Alexandre da Silva

Ações Afirmativas

EEEIF Índio Pedro Máximo de Lima – Marcação - Maria das Neves Leandro da Silva

EMEF Antônio Raimundo dos Santos – Conde - Lucas dos Santos Silvério

EEEIFM Prof. Josefa Justino Gomes - Serra Grande - Liane Oliveira dos Santos

 

 



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 21:43
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Estudantes se reúnem em Brasília para discutir as mudanças ambientais que ocorrem no planeta

Em 16/03/2009 

 

Estudantes se reúnem em Brasília para discutir as mudanças ambientais que ocorrem no planeta.

Assim começa a matéria publicada na revista Ciência Hoje. 

Viajar para a capital do país, levantar uma bandeira pela preservação do planeta e usar a educação para enfrentar a atual crise ambiental é um programa que está na agenda de centenas de adolescentes de todo o Brasil. Em abril, meninos e meninas, representantes dos estados brasileiros e do Distrito Federal, participam da terceira Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA).

Esse evento, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, é um grande encontro, que irá reunir 660 adolescentes, mais de cem educadores e até dezenas de observadores vindos de outros países. A ideia é que os jovens discutam as mudanças ambientais que têm ocorrido no planeta.

A proposta de fazer um evento desse tipo surgiu há cerca de seis anos com a senadora Marina Silva, na época, ministra do Meio Ambiente. “Já havia uma Conferência Nacional pelo Meio Ambiente destinada a adultos. Inspirada por sua filha, que tinha 13 anos na ocasião, Marina Silva teve a ideia de propor um encontro só para jovens entre 11 e 14 anos”, conta Rachel Trajber, coordenadora de educação ambiental da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, que coordena a CNIJMA desde a sua primeira edição, realizada em 2003.

Compromisso de todos

A segunda Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente aconteceu em 2005/2006 e, como a primeira, reuniu, na capital do país, adolescentes e jovens que representavam milhares de escolas de todo o Brasil.

O resultado desse encontro foi um compromisso com o presente e o futuro do planeta: a Carta das Responsabilidades. Nesse documento, meninos e meninas fixaram metas, como proteger e recuperar áreas degradadas nas regiões em que vivem, realizar palestras, campanhas e pesquisas para divulgar informações a respeito do meio ambiente e diminuir a produção de lixo.

“Cabe aos jovens promover ações junto à escola e à sua comunidade que visem ao bem-estar do planeta”, conta Rachel Trajber. “Essas responsabilidades serão assumidas novamente no terceiro encontro, marcado para abril de 2009”.

Para este evento, que acontece de três a oito de abril de 2009, está prevista a realização de oficinas e debates, além da elaboração de uma nova versão da Carta das Responsabilidades, que será entregue ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e aos ministros da Educação e do Meio Ambiente.

Em ação

Mas a terceira edição da CNIJMA representa também o momento de colocar em ação as propostas elaboradas nas conferências de meio ambiente que foram realizadas em milhares de escolas do país, assim como nas conferências estaduais que ocorreram ao longo de 2008 e 2009. “Sonho em ver cada escola envolvida, com ideias que englobem várias disciplinas e a participação da sociedade”, conta Rachel Trajber.

Para fazer desse sonho realidade, a Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, desde a sua primeira edição, propõe a formação da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida, a COM-VIDA, nas escolas. Trata-se de um espaço para debate e promoção de ações socioambientais: um convite para que todos participem da luta por escolas que usem os recursos naturais de maneira sustentável. Na COM-VIDA nascem propostas transformadoras, que podem ser postas em prática pela sociedade, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida em cada bairro, município ou estado.

Mais escolas em 2009

Em 2009, a Conferência Nacional Infanto-Juvenil do Meio Ambiente quer fortalecer a educação ambiental nas escolas. Para isso, é preciso obter a maior participação possível das instituições de ensino nas discussões sobre o Brasil e o meio ambiente. Então, que tal levar a idéia da COM-VIDA para o seu colégio? Acessando www.mec.gov.br/conferenciainfanto2008, o seu professor pode descobrir como a sua escola pode fazer parte dessa iniciativa e, assim, também levantar uma bandeira em favor do meio ambiente!

Por Cathia Abreu

Ciência Hoje das Crianças

http://cienciahoje.uol.com.br/140246 



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 08:22
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009
COJEMA – PB planeja check list da III CNIJMA e implementação de futuros projetos

Segundo Larissa Ramos, o Coletivo Jovem da Paraíba está contando os dias para um dos eventos mais esperados, a III CNIJMA, que é a concretização de uma caminhada de esforço, dedicação e muito aprendizado e mais uma vez, a Conferência torna-se uma âncora para o Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente da Paraíba – COJEMA – PB ou simplesmente CJ, ter acesso as Escolas e as Comunidades.

No dia 08 de março, Dia Internacional da mulher, momento não esquecido pelo CJ, a praia de Cabo Branco, ao som do mar, com muita sombra e água fresca, foi cenário para mais uma de nossas reuniões mensais, que teve como pauta: A III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente e o Desenvolvimento de Nossos Projetos.

Na reunião, discutimos quais os passos que devem ser dados até a data da Conferência, fazendo um check list e através dos contatos feitos no período da Conferência, alguns projetos estão em fase de estruturação/implementação, como exemplo o projeto que será desenvolvido na Cidade de Conde – PB.

Durante a realização do referido Projeto, aproveitaremos para desenvolver atividades em Municípios próximos ao de Conde – PB e da grande João Pessoa – PB, que englobam a região litorânea sul da Paraíba, onde estão localizadas belíssimas praias ameaçadas pelo acelerado processo do turismo desorganizado.

Junto com os jovens do município do Conde e o apoio do educador Givaldo Freire, Diretor Escolar no Município de Conde - PB, esperamos mobilizar a comunidade e fortalecer na região o grupo de jovens que está sendo criado, que em breve será mais um núcleo do CJ.

É isso ai, os espaços estão sendo criados e o Coletivo Jovem, como sempre, avançando!

COJEMA - PB

Coletivo Jovem Pelo Meio Ambiente da Paraíba



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 11:07
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
Lista das Escolas participantes da III CNIJMA em Brasilia-DF

 

 

Indigena

EEEIF Índio Pedro Máximo de Lima - Marcação

Quilombola

EMEF Antônio Raimundo dos Santos - Conde

Assentamento / Rural

EEEIFM Prof. Josefa Justino Gomes - Serra Grande

1º Região

EEEF Isabel Maria das Neves – João Pessoa

Escola Fundação Bradesco – João Pessoa

EMEF Virgínius da Gama e Melo – João Pessoa

EMEF Luiz Ribeiro Inácio Coutinho - Sapé

EMEIEF Deputado José Mariz - Conde

2º Região

EEEFM Augusto de Almeida - Pirpirituba

3º Região

EMEF Manoel da C. Cirne – Campina Grande

EEEFM Hortencio de Sousa Ribeiro - Campina Grande

Grupo Escolar Sebastião Taveira Macedo - Fagundes

EMEF Antonio Trovão de Melo - Caturité

4º Região

EEEF José Rolderick de Oliveira – Nova Floresta

EMEF Tertuliano Pereira de Araújo – Picuí

5º Região

EEEFM Professor José Gonçalves de Queiroz - Sumé

EEEFM Mário Oliveira Chaves – São João do Tigre

6º Região

EMEIF Ana Brito Figueiredo – Santa Luzia

7º Região

EEEF Carlos Luiz de Araújo - Coremas

8º Região

EMEIF Dr. Jarques Lúcio da Silva – São Bento

EMEIM Plácido Francisco Saraiva Leão – São José do Brejo do Cruz

9º Região

EMEF Galdino Antônio da Silva - Carrapateira

10º Região

E.P.E.F. Profª. Anízia Gomes de Araújo - Paulista

11º Região

EEEFM América Florentino – Juru

EMEIF Maria Rosa da Conceicao - Tavares

 

 



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 18:04
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Video com as atividades do CJ-RS

Para conhecimento de todos, as atividades desenvolvidas para fomento da Conferencia no estado do Rio Grande do Sul estao no link abaixo.

 

http://br.youtube.com/watch?v=R_CaBI0mYn8



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 18:48
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Vídeo do CJ-PA sobre a III CNIJMA

Este material foi enviado pela Marjorie Neves, Facilitadora do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Pará, telefone (91) 8191-1022.

Esse vídeo é uma pequena mostra do que acontece no Estado do Pará assim como uma simples homenagem a todos os jovens do Estado do Pará que estiveram presentes nos momentos de luta pela coletividade a partir do "Programa Vamos Cuidar do Brasil" começando pelo Pará. Membros do Coletivo Jovem de Meio Ambiente, membros das Com-Vidas de diversas escolas, participantes das oficinas preparatórias e conferências de meio ambiente nas escolas, nos municípios e das 12 regiões do nosso imenso Estado Nortista. Cj´s, Alunos, professores, familiares. Todos estão de parabéns pelos trabalhos apresentados e pela vontade de fazer a diferença.

Acessem, pois vale a pena...

 

Link do vídeo: http://br.youtube.com/watch?v=WJPJPaBcDoQ



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 17:22
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
Nova fonte de poluição sonora

 

Mal começaram a sentir algum alívio com a diminuição do número de casos de bares, restaurantes e casas noturnas que infringem a Lei do Silêncio - como conseqüência do aperto da fiscalização e do peso das multas -, e os paulistanos já estão às voltas com uma nova fonte de poluição sonora tão ou mais grave que perturba seu merecido sossego: obras executadas durante a noite e a madrugada. O som alto das discotecas, a algazarra dos boêmios e o barulho dos carros cantando pneus perto daqueles estabelecimentos não foram de todo eliminados, mas cada vez mais são suplantados pelos ruídos ensurdecedores das britadeiras e dos caminhões-betoneira, sem falar na gritaria dos operários. As estatísticas do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) mostram que, em relação ao ano passado, cresceu 84% a média mensal de reclamações de barulho produzido por obras realizadas à noite. A situação começou a se agravar em 2007, quando se registraram 110 reclamações por mês, número que saltou para 195,5 entre janeiro e outubro de 2008. Antes, em 2006, as queixas dos moradores eram tão poucas que a Secretaria da Coordenação das Subprefeituras nem julgava necessário considerá-las separadamente. Empresas públicas ou empresas privadas que executam serviços para elas - como é o caso do Metrô - estão entre os principais responsáveis pela poluição sonora, o que é particularmente grave, porque é o Estado dando o mau exemplo. Sem falar em empresas concessionárias de serviços, como a Comgás, que tem cerca de 100 obras sendo executadas simultaneamente na cidade. Numa delas, na Rua do Arouche, no centro, uma medição feita a pedido da reportagem do Estado registrou 84 decibéis, quando o máximo recomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas é de 50 decibéis. Alega a empresa que executa obras à noite por determinação da CET, que busca assim não piorar ainda mais o trânsito durante o dia. Isto não a exime, porém, de tomar medidas para respeitar a Lei do Silêncio. No mesmo caso estão obras de construção de novas linhas do Metrô. Um exemplo disso é o canteiro de obras localizado perto da Rua Oscar Freire, que faz parte da expansão da Linha Amarela. Diz o Consórcio Via Amarela, responsável pela obra, que adotou uma série de medidas para diminuir ao máximo o barulho, entre as quais troca de geradores de energia por outros mais silenciosos e instalação de abafadores de ruído nas saídas dos dutos dos ventiladores. O fato de o barulho produzido pelas máquinas que operam ali e os gritos dos trabalhadores chegarem a 80 decibéis indica que as providências ficaram muito aquém do necessário para preservar o sossego dos moradores das imediações. Uma das explicações dadas para o aumento da poluição sonora à noite e, conseqüentemente, também das reclamações, é a imposição pela Prefeitura, a partir de junho, de restrições à circulação, durante o dia, de caminhões de carga no centro expandido. A transferência de entregas para o período noturno provocou falta de materiais durante o dia, levando muitas empresas a executar obras à noite. Primeiro, é preciso considerar que em pouco tempo o fluxo de material deve se normalizar. Segundo, essa medida é muito recente e não explica, portanto, o forte aumento do número de obras registrado antes de sua adoção. Além disso, é também procedente a alegação do secretário de Coordenação das Subprefeituras, segundo a qual o que provocou essa situação foi o aquecimento da economia, que impulsionou a construção civil. Para a população não importa a origem do problema, mas o que o poder público pode e deve fazer para resolvê-lo. O caminho a seguir é a adoção do mesmo rigor com que está sendo tratado o barulho provocado por bares, restaurantes e casas noturnas. Nesse setor, a fiscalização e as pesadas multas aplicadas aos que infringem a Lei do Silêncio vêm produzindo bons resultados. É o que se deve fazer com as empresas que executam obras à noite e produzem ruídos acima dos níveis permitidos. E nada mais natural que esse combate à poluição sonora comece pelas empresas públicas.

http://txt.estado.com.br/editorias/2008/11/27/edi-1.93.5.20081127.2.1.xml



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 13:39
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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
SOBRE AS CONFERÊNCIAS NACIONAIS

Segundo a estudante de Ciências Biológicas da UFPB e representante do COJEMA-PB, Andressa Ribeiro de Queiroz, 23 estudantes de vários municípios da Paraíba representaram o Estado na 2ª. Conferência Nacional Infanto-Juvenil de Meio Ambiente, realizada em Brasília, durante os dias 23 e 27 de abril de 2006. "O evento foi um processo dinâmico e contínuo de discussão e debate entre adolescentes de 11 a 14 anos das escolas públicas e privadas de todo o Brasil sobre temas de preocupação mundial como biodiversidade, mudanças climáticas, diversidade étnico-racial e segurança alimentar e nutricional, estimulando o pensamento crítico e a participação mais ativa na sociedade. A partir do esclarecimento e sensibilização dos adolescentes sobre a problemática ambiental foi feita uma carta de responsabilidades entregue ao presidente Lula", contou. Já a especialista em Educação Ambiental e técnica da Secretaria Estadual de Educação, Vitória Régia Alves de Souza, informou que adolescentes que faziam parte do Movimento de Meninos e Meninas de Rua e que viviam em comunidades quilombolas, indígenas e em assentamentos rurais da Paraíba também participaram do evento. "A delegação da Paraíba teve uma participação muito importante na conferência nacional porque mostrou o grau de compromisso das nossas crianças e dos adolescentes com as questões ambientais. São jovens que já vêm desenvolvendo projetos e ações em suas comunidades e que puderam conhecer e compartilhar diversas vivências", avaliou.

“A 1ª. Conferência Nacional Infanto-Juvenil do Meio Ambiente foi um momento importante, já que todos puderam ouvir o que os adolescentes de 11 a 14 anos pensavam sobre o meio ambiente e quais as suas sugestões para que pudéssemos viver em um mundo melhor, além de encaminhar uma carta ao Ministério do Meio Ambiente e ver as sugestões se transformarem em políticas públicas. Já na 2ª. Conferência Nacional, os delegados demonstraram um grau de conscientização e de compromisso com o meio ambiente que é muito maior do que era há 10 anos. Eles já têm o entendimento das informações sobre os impactos negativos do desperdício da água, da poluição dos rios e do lugar onde vivem. Para a 3ª. Conferência Nacional Infanto-Juvenil de Meio Ambiente, a Paraíba terá a participação de 25 delegados, dois a mais que em 2006, e a expectativa de uma participação ainda mais ativa. As escolas trabalharam suas propostas com base nas “Mudanças Climáticas”, discutindo os temas: Água, Ar, Fogo e Terra”, relata Luís Fernando Ribeiro Abrão, que foi acompanhante dos delegados nas duas edições anteriores da Conferência Nacional.

No processo da 3ª. Conferência Nacional que está sendo realizado este ano, Larissa Ramos, Luís Fernando e Vitória são membros da Comissão Organizadora Estadual / COE-PB e responsáveis pelo acompanhamento e pela análise das propostas enviadas pelas escolas.

 



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 08:23
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
Entrevista com membro do COJEMA-PB

Algumas das principais iniciativas que demonstram a importância que a garotada vêm dando para as questões ambientais são: a criação do Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Paraíba (COJEMA-PB) e a participação de adolescentes em conferências municipais, estaduais e até mesmo nacionais sobre o meio ambiente. Na Paraíba, cerca de 40 adolescentes e jovens fazem parte do COJEMA-PB e atuam em ações de educação ambiental nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Pombal. "É um trabalho feito em forma de corrente, porque cada adolescente que participa de um evento nacional, por exemplo, repassa o que aprendeu para outros jovens de seu município e eles repassam para as suas escolas e comunidades. Com isso, um maior número de pessoas acaba tendo acesso às informações que foram discutidas", explicou a estudante de Direito Larissa Maria Ramos de Albuquerque.

 

TUDO COMEÇOU COM UMA ATIVIDADE ESCOLAR

A estudante Larissa Maria Ramos de Albuquerque também é um exemplo de adolescente comprometida com o meio ambiente. Seu interesse pelas questões ambientais começou a surgir na escola, quando um professor propôs aos alunos da 5ª. série que fosse feita uma horta na escola. "Participei da atividade para conseguir uma boa nota na escola, mas depois comecei a gostar de discutir as questões ambientais e de participar de projetos de educação ambiental. Foi uma experiência que revolucionou a minha vida, que trouxe a reeducação de hábitos e a mudança de perspectiva sobre o meio ambiente. Há nove anos venho aprendendo a contemplar e a respeitar a natureza e o ser humano", contou. Depois dessa primeira experiência, Larissa foi convidada a participar da Feira de Ciências do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) e de projetos de educação dos Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, como o projeto "Protetores da Vida". Hoje, já terminou o curso de Recursos Naturais no Cefet (Centro de Ensino Tecnológico da Paraíba), participa do COJEMA-PB e trabalha na Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa. "Fazemos palestras em escolas porque sabemos que é na escola que os valores das pessoas são renovados. Levamos aos adolescentes as informações necessárias para que haja uma sensibilização sobre as questões ambientais. Nosso trabalho é abordar o meio ambiente na sua totalidade e discutir assuntos que fazem parte da realidade dos adolescentes como a questão do saneamento básico, da água, dos lixões e aterros sanitários, da poluição do ar e a importância do respeito mútuo", explicou.

 

Fonte: Papo Cabeça

http://www.portalcorreio.com.br/site/barra.php?site=23&tipo=canais



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 14:28
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008
A Escola Municipal Analice Caldas realiza o processo da III CNIJMA

A Escola Municipal Analice Caldas realizou no dia 10 de novembro de 2008, o processo de finalização da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, onde as Orientadoras Pedagógicas Deiserer e Conceição organizaram um cronograma de atividades para cada professor e então cada turma trabalhou um tema, preparando várias propostas que foram defendidas durante a realização da Conferência. Tanto Deiserer, como Conceição, incentivaram os alunos a desenvolverem as propostas com base em problemas ambientais visíveis ao ambiente escolar ou na comunidade. Ao mesmo tempo, os alunos visitaram a Estação de Tratamento da CAGEPA, o IBAMA e o CEFET, onde, respectivamente, os alunos tiveram informações sobre tratamento da água, preservação do meio ambiente e energia solar e eólica. Ao final da Conferência, a proposta escolhida pelos alunos foi a de se preparar a Compostagem, pois é mais viável reaproveitar as folhas das árvores dentro da escola e restos de alimentos deixados na feira livre existente no bairro para ser utilizada como adubo no plantio de hortaliças e estas serem utilizadas na merenda escolar.



Publicado por COLETIVO JOVEM PELO MEIO AMBIENTE DA PARAÍBA às 18:07
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